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Tratamentos habituais

550px Get Rid of Tonsil Stones Step 5 preview3 300x169 - Tratamentos habituais

Estes dividem-se entre terapêutica, médicas e cirúrgicas.

— As colecistites exigem frequentemente um tratamento antibiótico massivo.

— Os cálculos e as suas complicações eram até há poucos anos apanágio exclusivo da cirurgia. Há pouco tempo surgiram produtos que desfazem os cálculos na vesícula, mas só se se tratar de cálculos de colesterol, e tais medicamentos nem sempre são bem tolerados.

— Quanto às discinesias, a sua existência arrastou consigo, por assim dizer, a criação de um enorme mercado de produtos farmacêuticos ditos «coléritos» que se propõem excitar ou retardar as contrações
do órgão. Na realidade, o que convém é um método que harmonize os movimentos da vesícula e os medicamentos dificilmente o conseguem.

— A crise de cólica hepática necessita da utilização de calmantes muito
poderosos em pílulas, supositórios ou injeções.

Causas

maxresdefault1 300x169 - Causas

Se exceptuarmos casos excepcionais (tumores, infecções), a causa essencial da ciática é objecto de discussão; considerada, durante muito tempo, como sendo unicamente devida a uma hérnia do disco, isto é, da pequena almofada que separa as vértebras e que vem comprimir a raiz, parece que se trata, com muito maior frequência, de um deslocamento de uma vértebra sobre a outra que «entala» o nervo e provoca dor, paralisa, etc.

Formas e causas

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Entre a infinita variedade das afeções nervosas encontramos, todavia, grandes quadros que resumem a maioria dos casos e que passamos a descrever, com as suas causas:

1) As hemiplegias: trata-se da paralisia de uma metade, direita ou esquerda, do corpo. A hemiplegia é geralmente consequência de uma perturbação que ocorre numa artéria do cérebro: ou então esta sangrou (hemorragia cerebral), ou ficou bloqueada (trombose);

2) As paraplegias: trata-se de uma paralisia da metade inferior do corpo, dos dois membros inferiores.
A sua causa é uma afecção da espinal medula, muitas vezes devido a um acidente. A medula está cortada, logo os nervos das pernas deixam de funcionar. Estão-lhe frequentemente associadas perturbações da evacuação da bexiga ou do intestino;

3) As polinevrites: o ataque situa-se ainda mais abaixo, não afetando senão a extremidade da perna e o pé. O doente caminha lançando o pé para a frente; diz-se, por analogia com a forma de caminhar do cavalo, que ele trota.
A causa é geralmente tóxica, e entre os tóxicos mais frequentemente em causa encontra-se, infelizmente, o álcool;

4) Os ataques difusos: estes afetam regiões diferentes do corpo, uma mão e uma perna, por exemplo. A doença típica que cria estas situações é a terrível esclerose em placas, que destrói o cérebro e a medula por meio de placas espaçadas que, portanto, dão origem a paralisias difusas e irregulares. A causa exata desta doença é desconhecida; atualmente atribuiu-se as culpas a vírus «lentos», que se fixariam sobre os nervos na infância e os destruiriam aos poucos.

Tratamento habitual

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Durante muito tempo inexistente, o tratamento torna-se cada vez mais ativo.

Primeiro no plano médico, no qual a cortisona diminui indiscutivelmente a inflamação do nervo e, por conseguinte, apressa a recuperação. No plano cirúrgico, igualmente, a descompressão do nervo pode conduzir a uma recuperação mais rápida.

Finalmente, não devemos esquecer os movimentos do rosto, a cinesioterapia que nós próprios podemos fazer diante de um espelho, e que é tão válida para os pequenos músculos como para os grandes. Esta cinesioterapia associa-se admiravelmente, aliás, à nossa terapêutica.

Formas e Causas

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Há duas grandes formas de «reumatismos»: a artrose e a artrite.

Artrose quer dizer reumatismo de desgaste ou degenerativo. A cartilagem que cobre todas as articulações gasta-se, desaparece, os ossos esfregam-se uns nos outros, provocando atrito, dando origem à dor e à
deformação ao nível das vértebras, das ancas, dos joelhos, dos dedos das mãos ou dos pés, etc. Isso explica o facto de a artrose surgir geralmente bastante tarde, a partir dos cinquenta. As causas da artrose ainda são misteriosas. Na nossa opinião, pensamos que a artrose é quase sempre uma complicação de deslocamentos articulares, isto é, articulações nas quais os ossos não se encontram no lugar certo.

Isto, que é evidente para a anca, por exemplo, é igualmente verdadeiro para a coluna vertebral, na qual as entorses vertebrais repetidas favorecem a sua aparição, ainda que precoce.

Em contrapartida, as artrites são uma infecção ou uma inflamação do interior da articulação, do líquido que a lubrifica, o líquido sinovial contido num pequeno saco, a sinóvia.

Há diversos tipos de artrite cuja origem pode ser virai, microbiana, e, na maior parte dos casos, ocorrem num terreno hereditário.

Algumas atingem sobretudo a coluna vertebral, tornando-a rígida e imóvel, é a espondilartrite.

Outras atacam sobretudo os cotovelos, joelhos, pulsos, dedos, etc, deformando-os, é a poliartrite.

Definição

Wrist Pain 300x200 - Definição

A articulação do pulso liga um total de quinze ossos (os dois ossos do antebraço, rádio e cúbito, os oito pequenos ossos do carpo, os cinco do metacarpo que conduzem aos cinco dedos).Este conjunto ósseo constitui uma espécie de goteira, ou, se quisermos, uma espécie de quarto, no qual ele é o chão e cujo tecto é uma verdadeira teia constituída por um grande ligamento, o ligamento anular do carpo.

Pela goteira passam os tendões e os nervos que vão até aos dedos.

Causas

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Tudo o que provoca obstáculo à saída das urinas cria uma retenção. Entre as causas mais frequentes:

— No homem, podemos encontrar:

• Um estreitamento da uretra, na sequência de uma infecção desta, ainda que antiga;

• Um mau funcionamento da bexiga;

• Ou, sobretudo, a existência de um adenoma prostático, a «próstata» das pessoas idosas;

— Na mulher, uma compressão por uma massa abdominal, sobretudo um fribroma;

— Na criança, há que pensar sempre numa deformação das vias urinárias.

Quanto à incontinência, está ligada a acidentes cirúrgicos ou obstétricos.

No homem, trata-se sobretudo de uma sequela da operação à próstata, que provoca uma incontinência muitas vezes transitória, que se recompõe em poucas semanas, mas, por vezes, infelizmente, é definitiva.
Na mulher, a incontinência é uma consequência mais ou menos longínqua de um parto difícil com fórcipe, lacerações, etc.

Faz-se acompanhar frequentemente de um prolapso, uma «descida» do útero ou da bexiga.

Finalmente, a incontinência, tal como a retenção, aliás, pode vir na sequência de uma paralisia da espinal medula.

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