Category Archives: Circulação

Lugar da nossa terapêutica

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Esta não é indicada nas flebites profundas ou superficiais, nas quais só poderá ter um papel complementar.

Atua pouco sobre a dilatação varicosa em si, mas, pelo contrário, os seus efeitos sobre as suas consequências são excelentes, quer se trate da sensação de pernas pesadas, inchaços ou edemas ou até mesmo de úlceras varicosas; a sua utilização regular leva a melhoras importantes e tem um papel de prevenção substancial quando se pretende evitar a sua aparição.

Lugar da nossa terapêutica

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É boa porque leva a uma dilatação controlada das artérias, não certamente das que se encontram totalmente obstruídas, mas das redes de vasos que permanecem funcionais e podem durante muito tempo assegurar um suficiente fornecimento de sangue às pernas. Por isso deve ser sistematicamente associada às terapêuticas médicas. É desejável que os seus efeitos sejam seguidos através da melhoria do estado (aumento da distância de marcha) e da repetição dos «Doppler».

Definição

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Todos estes incómodos têm como causa uma perturbação da circulação «de regresso» dos membros inferiores.

Sabemos que é através das artérias que o sangue é enviado aos tecidos pelo coração; estes são depois alimentados graças aos capilares, e, finalmente, o sangue regressa ao coração pelas veias.

As perturbações da circulação venosa são assim, essencialmente, doenças das veias.

Mas há dois sectores na circulação venosa dos membros inferiores, um profundo, por entre os músculos, quase junto aos ossos, e um superficial, que serpenteia sob a pele.

O maior acidente que pode ocorrer é a obturação de uma veia, bloqueada por um coágulo, estamos perante uma flebite, flebite profunda se atinge o primeiro sector, peri ou paraflebite se atinge o sector superficial.

A par deste acidente agudo, existe uma dilatação passiva das veias superficiais: são as varizes.

A partir destas duas doenças surgem todas as complicações possíveis: pernas inchadas, pernas pesadas, úlceras varicosas, etc. Ocupemo-nos delas, umas após outra.

Tratamento habitual

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O tratamento anticoagulante revolucionou a evolução das flebites e, utilizado preventivamente nos operados, impede que ela ocorra.

Esse tratamento não é necessário nas periflebites; estas exigem a utilização de anti-inflamatórios e a extração cirúrgica do pequeno coágulo.

O tratamento das varizes é mais complexo; utiliza medicamentos vegetais e, além disso, possui duas técnicas mais rigorosas: a extirpação cirúrgica da veia e a sua esclerose por meio de injeções, na veia, de quinino ou de iodo.

Os dois métodos associam-se e completam-se, é preciso saber que as escleroses deverão ser feitas de novo, porque se formam incessantemente novas varizes a esclerosar, em média de ano a ano.

Sinais

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O primeiro sinal, e durante muito tempo o único, da arterite é a dor. Mas uma dor de um tipo muito especial, porque é consequente à marcha. O doente faz 100m a 200m e, subitamente, sente um espasmo doloroso nas barrigas das pernas, que o obriga a parar. Após um breve tempo de repouso, essa dor intensa desaparece e o doente pode caminhar de novo, para parar mais uma vez, 100m adiante. Este fenómeno é aquilo que se denomina «claudicação intermitente». E, coisa não habitual, é acompanhada por um arrefecimento dos pés, contrariamente àquilo que se passa com um sujeito normal, quanto mais o doente anda, mais os pés arrefecem, a ponto de se tornarem insensíveis.

Sinais e formas

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A flebite profunda ocorre, na grande maioria dos casos, após uma intervenção cirúrgica ou um parto. Os médicos do século passado já tinham descrito muito bem esta doença: todo o membro fica grosso, branco e mole, e tal situação é acompanhada por dor e febre.

Na verdade, nos nossos dias, não se chega a esse estado. Logo que um operado sente uma pequena dor na barriga da perna, ou uma dormência, ou uma sensação de peso, é preciso iniciar o tratamento a fim de evitar essa evolução e as suas complicações, entre as quais a temível embolia pulmonar.

A periflebite é muito diferente. Na sequência de um choque ou de uma ferida do pé, ou ainda espontaneamente, surge uma placa vermelha sobre a barriga da perna, que não se deve confundir com um abcesso. Mas muito depressa se forma um «cordão venoso»; a veia endurece, transforma-se num cordão duro, vermelho e doloroso. O coágulo encontra-se sob a pele, na parte alta desse cordão.

As varizes aparecem primeiro sob a forma de varicosidade, fina rede capilar que se manifesta em zonas das coxas ou das pernas.

Depois forma-se a variz propriamente dita; a veia, até então pouco visível sob a pele, incha e assemelha-se a uma verdadeira serpente tortuosa ao longo da perna e da coxa.

Esta fase é precedida por todo um passado de sensações de «perna pesada», depois de inchaço, «de edema», que surge primeiro à noite e depois durante todo o dia.

Infelizmente, seguem-se, com frequência, múltiplas complicações: pigmentação ocre da perna, esclerose envolvente, verdadeira bota de pele apertada em redor da perna, e sobretudo úlceras varicosas, pequenos buracos situados geralmente acima dos tornozelos, muitas vezes horrivelmente dolorosos e muito persistentes.

Os pontos

meridian image 300x176 - Os pontos

Dois principais, dois acessórios

Os principais:

O primeiro está situado sobre o dorso do pé, no prolongamento dos dois primeiros dedos.

O segundo sobre a face anterior da coxa. Com a perna flectida, coloca-se a palma da mão sobre a rótula; o dedo médio esticado vai indicar a sua localização.

Os acessórios:

O primeiro está situado sobre a dobra do dorso do pé, contra o interior do tornozelo.

O segundo ao cimo da ruga de flexão do pulso, do lado da palma da mão e do lado do polegar.

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