Category Archives: Circulação

Definição

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Atualmente, admite-se que um sujeito adulto é hipertenso quando a sua tensão arterial, medida com a cinta habitual, é superior a 16cm de mercúrio para a máxima e a 9cm para a mínima, e isso em três medições sucessivas da tensão.

Sabemos como são obtidos estes números: escuta-se o ruído da passagem do sangue na artéria situada abaixo da cinta colocada sobre o braço. Incha-se esta o mais possível, por forma a que a artéria fique comprimida, impedindo a passagem do sangue, e depois alarga-se progressivamente. O primeiro ruído de batimento arterial ouvido é a máxima, o último é a mínima.

Esta definição, aliás, é objecto de certas reservas, é bastante paradoxal definir uma doença com o auxílio de um aparelho inventado pelo homem. As outras, com efeito, revelam-se através de sintomas, dores, perturbações funcionais, etc. A hipertensão, pelo contrário, é geralmente assintomática.

Definição

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Todos estes incómodos têm como causa uma perturbação da circulação «de regresso» dos membros inferiores.

Sabemos que é através das artérias que o sangue é enviado aos tecidos pelo coração; estes são depois alimentados graças aos capilares, e, finalmente, o sangue regressa ao coração pelas veias.

As perturbações da circulação venosa são assim, essencialmente, doenças das veias.

Mas há dois sectores na circulação venosa dos membros inferiores, um profundo, por entre os músculos, quase junto aos ossos, e um superficial, que serpenteia sob a pele.

O maior acidente que pode ocorrer é a obturação de uma veia, bloqueada por um coágulo, estamos perante uma flebite, flebite profunda se atinge o primeiro sector, peri ou paraflebite se atinge o sector superficial.

A par deste acidente agudo, existe uma dilatação passiva das veias superficiais: são as varizes.

A partir destas duas doenças surgem todas as complicações possíveis: pernas inchadas, pernas pesadas, úlceras varicosas, etc. Ocupemo-nos delas, umas após outra.

Sinais

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O primeiro sinal, e durante muito tempo o único, da arterite é a dor. Mas uma dor de um tipo muito especial, porque é consequente à marcha. O doente faz 100m a 200m e, subitamente, sente um espasmo doloroso nas barrigas das pernas, que o obriga a parar. Após um breve tempo de repouso, essa dor intensa desaparece e o doente pode caminhar de novo, para parar mais uma vez, 100m adiante. Este fenómeno é aquilo que se denomina «claudicação intermitente». E, coisa não habitual, é acompanhada por um arrefecimento dos pés, contrariamente àquilo que se passa com um sujeito normal, quanto mais o doente anda, mais os pés arrefecem, a ponto de se tornarem insensíveis.

Os pontos

meridian image 300x176 - Os pontos

Dois principais, dois acessórios

Os principais:

O primeiro está situado sobre o dorso do pé, no prolongamento dos dois primeiros dedos.

O segundo sobre a face anterior da coxa. Com a perna flectida, coloca-se a palma da mão sobre a rótula; o dedo médio esticado vai indicar a sua localização.

Os acessórios:

O primeiro está situado sobre a dobra do dorso do pé, contra o interior do tornozelo.

O segundo ao cimo da ruga de flexão do pulso, do lado da palma da mão e do lado do polegar.

Formas

image 2 235x300 - Formas

Não há formas muito particulares na arterite dos membros inferiores, senão as evolutivas.

A verificação de uma «claudicação intermitente» deve levar a um exame médico imediato; a simples apalpação das artérias informa-nos sobre o seu estado: normalmente sentimo-las bater sob o dedo, no cimo da coxa, por trás do joelho, sobre o dorso do pé, etc. Mas há que recorrer sobretudo a um exame insubstituível, indolor e sem perigo que se chama «Doppler», o qual consiste em enviar ondas ao longo das artérias e estudar o seu aspecto no regresso.

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