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Formas

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Sendo estas extremamente variadas, descreveremos aquilo que se vê na mais frequente destas doenças, a psoríase.

Nela encontramos, na maioria dos casos, placas mais ou menos grandes, geralmente isoladas, que afetam certas regiões do corpo, cotovelos, joelhos, mas que geralmente não «fazem comichão».

Por vezes, as placas estendem-se, reúnem-se, cobrem quase todo o corpo do doente. Este vai perdendo escamas abundantemente: encontramo-las na sua roupa, na cama etc.

Noutros casos, a psoríase só afeta uma parte do corpo: palma das mãos e planta dos pés ou couro cabeludo (é uma das raras psoríases que provocam prurido), ou então destroem as unhas.

Nessas formas limite, o diagnóstico é difícil com outras doenças da pele (líquen plano, etc).

Tratamento habitual

img como cuidar da pele no verao 958 orig 282x300 - Tratamento habitual

Não existe terapêutica específica.

Se as placas forem pouco numerosas e espaçadas, é possível um tratamento local à base de alcatrões ou de cortisona.

Se a psoríase é extensa, há que utilizar um tratamento geral. O mais recente associa a absorção de substâncias especiais designadas «psoralenos» à irradiação por raios ultravioletas «moles», os U. V. A.

E há que dizer que, em quase todos estes métodos, a margem entre o eficaz e o perigoso é muito reduzida.

Tratamento habitual

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Falemos claro: não há praticamente nenhum tratamento para doenças por vírus, e, particularmente, para as três que nos interessam.

Muito recentemente surgiram compostos químicos (Ara — A, Acyclovir) que parecem ter efeito sobre as formas muito graves do herpes.

Mas a extrema toxicidade desses produtos faz que eles ainda sejam tratamentos experimentais.

Sinais e formas

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Trata-se, de início, de pequenos inchaços avermelhados, brilhantes e dolorosos, que ocorrem geralmente no Inverno. As lesões podem manter-se nesse estado, mas muitas vezes abrem, ulceram-se, deixando sair sangue e uma serosidade. Podem então reunir-se, estender-se por todo o rebordo da orelha, por exemplo, ou em volta do calcanhar. A dor é então muito viva, impedindo o doente, segundo a localização, de se calçar, de praticar os movimentos habituais, etc.

Espontaneamente ou sem tratamento, as lesões fecham-se lentamente, deixando uma cicatriz mais ou menos branca… para tudo recomeçar no Inverno seguinte.

Sinais e formas

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1) A zona é uma afeção muito curiosa.

Manifesta-se ao longo de um nervo e traduz-se pelo aparecimento de verdadeiras «zonas» de bolhinhas,
que surgem a partir de placas vermelhas situadas aqui e ali, ao longo do trajeto do nervo. Esta erupção faz-se acompanhar de febre e de dores violentas, que pode ser do tipo agudo e superficial, ou picada, ou guinada, etc.

Acontece, infelizmente, que, mesmo depois de a erupção ter desaparecido, as dores podem persistir durante meses e anos. O que torna a vida do infeliz doente absolutamente intolerável, e já levou alguns deles ao suicídio.

Como existem nervos sob toda a pele, a zona pode «sair» em qualquer região do corpo, mas com a característica de ser estritamente unilateral. Tem-se uma zona à direita ou à esquerda, mas não dos dois lados.

A localização mais frequente é o tórax, ao longo do nervo intercostal: o doente apresenta erupções sobre metade do peito, com duas placas nas costas, uma de lado, uma ou duas sobre o seio.

Mas a zona pode ter outras localizações, e, em particular, aparecer na face: uma das formas mais perigosas é a zona oftálmica, que produz o aparecimento de vesículas sobre a testa e sobre o couro cabeludo, mas cuja gravidade reside no facto de atingir o olho com todos os riscos que tal situação acarreta: queratite, perfuração ocular, névoa residual.

2) Qual a razão que nos leva a colocar a varicela, uma doença benigna, se considerarmos que as há, a par da zona?

Porque é a mesma doença. Um doente portador de zona pode transmitir a varicela a crianças com quem está em contacto, e julga-se que o vírus da varicela vai fixar-se em formações nervosas e «faz recaída» sob a forma de zona no adulto.

A varicela da criança é, aliás, constituída também por pequenas vesículas, mas que surgem espalhadas por toda a pele e nas mucosas e evoluem em várias fases de aparecimento durante quinze dias a três semanas.

3) Quanto ao herpes é, se quisermos, uma zona em ponto pequeno.

Não aparece mais de um ou dois agrupamentos de bolhas sobre a pele ou sobre as mucosas.

Mas o herpes é recidivante — muitas vezes quando o doente tem febre, ou, na mulher, na altura das regras — e a sua recidiva está sempre localizada no mesmo sítio: lábios, nariz, nádegas.

Há duas localizações particularmente dolorosas: sobre os órgãos genitais (masculino e feminino) e no olho (herpes conjuntival), no qual os perigos são os mesmos do que no caso da zona.

Além disso, um herpes genital na mulher grávida pode contaminar o recém-nascido, provocando perturbações cerebrais graves (encefalite).

Os pontos

meridian image2 300x176 - Os pontos

Dois principais, dois acessórios

Os principais:

O primeiro está situado entre as omoplatas, a dois dedos para cada lado da espinha dorsal, ao nível da
terceira vértebra dorsal (terceira saliência abaixo da grande vértebra da nuca).

O segundo está situado a meio da dobra do joelho.

Os acessórios:

O primeiro esta situado na extremidade exterior da dobra do braço.

O segundo sob o rebordo de trás do crânio, mesmo ao meio.

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