Category Archives: Digestão

Formas e evolução

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Geralmente, a hepatite infecciosa é benigna e cura-se sem deixar traços entre quinze dias e três semanas.

Mas é frequente a permanência da coloração amarela durante muito tempo, e durante ainda mais tempo persiste uma sensação de intensa fadiga.

A par desta forma habitual, há icterícias graves marcadas sobretudo por hemorragias, e que matam.

Há também formas crónicas nas quais o fígado é destruído progressivamente e que, muitas vezes, também levam à morte.

Tratamento habitual

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Não existe qualquer tratamento químico para as hepatites infecciosas. Por isso, são levados a efeito, actualmente, esforços consideráveis para se fabricar uma vacina para a hepatite B, em especial. Algumas
dessas vacinas já são experimentadas em diversos países em pessoas particularmente ameaçadas (pessoal médico, etc).

Causas

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São quatro as principais; a úlcera, a gastrite, a hérnia hiatal e o terrível cancro do estômago.

Só as três primeiras, como é evidente, podem ser do âmbito de uma terapêutica médica.

A úlcera é uma abertura na parede, provocada por um excesso de ácido ou pela angústia (já se disse que se tem uma úlcera na cabeça antes de ela aparecer no estômago), ou ainda por medicamentos como a cortisona ou os anti-inflamatórios.

As gastrites são inflamações na mucosa, devidas a um mau funcionamento do estômago ou a uma agressão da sua parede pelo tabaco, o álcool, o café, os condimentos, etc.

Quanto à hérnia hiatal, a sua causa é uma má «formação» da cavidade do ventre para cima, porque o músculo chamado diafragma é de má qualidade. Por isso, uma parte do estômago penetra no tórax, o que provoca perturbações do seu funcionamento.

A multiplicação das modernas formas de pesquisa, em particular os exames diretos por meio do fibroscópio, mostra como as doenças do estômago, as gastrites, em particular, e também, infelizmente, os cancros, são mais frequentes do que se julgava.

Sinais

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É preciso analisarmo-nos com cuidado quando julgamos estar com prisão de ventre. Para começar, quantas são as evacuações quotidianas? Uma, duas? Tal número é variável e depende dos indivíduos. Se não se «faz» todos os dias, é com o intervalo de dois a três dias, ou menos frequentemente?

Como se apresentam as fezes? Pequenas, fragmentadas, ou, pelo contrário, volumosas? Existe de tempos a tempos uma situação diarreica? Há outros sintomas, dores, gases, inchaço do ventre?

Finalmente, e sobretudo, a obstipação é recente ou antiga? Pode acontecer que um caso de obstipação, que dura desde a infância, sendo embora incómoda, não seja fundamentalmente grave, enquanto uma prisão de ventre de aparição recente deva provocar desconfiança e levar à pesquisa de uma causa rigorosa.

Definição

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A vesícula biliar, essa pequena bolsa pendurada sob o fígado, desempenha na alimentação o mesmo papel de uma barragem na irrigação das culturas.

Com efeito, o fígado fabrica constantemente bílis, mas a presença desta só é necessária no momento da digestão, daí a necessidade de um armazenamento num órgão reservatório que a retém quando ela não é útil e a liberta quando tal se torna necessário.

Esse pequeno órgão é a vesícula biliar, a bolsa de fel dos antigos, que está ligada ao fígado e ao intestino por um conjunto complexo de canais.

A patologia desses canais é mais ou menos idêntica à da vesícula biliar; por isso pode ser estudada em bloco com ela.

Lugar da nossa terapêutica

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Esta tem o seu papel a quase todos os níveis:

• Nos vómitos graves, pode ajudar a reduzir as perdas líquidas;

• Na indigestão, abreviar a duração e a violência dos sintomas;

• E prestar excelentes serviços às mães, que podem assim melhorar a situação alimentar do seu bebé e fazê-lo sem o emprego de drogas.

Definição

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Todas as dores cuja origem está no estômago e, podemos acrescentar, na primeira parte do duodeno, «o bulbo» em terminologia radiológica. Estas dores são geralmente sentidas na «boca do estômago», em termos científicos, o epigastro. Todavia, convém realçar duas coisas:

— Primeiro, as perturbações da primeira parte do intestino delgado, que se chama duodeno, e do piloro, zona fronteira entre o estômago e o intestino, produzem praticamente os mesmos sintomas que as do estômago, e podem ser confundidas com elas;

— Além disso, numerosos órgãos do ventre, e mesmo do tórax, podem «fazer doer» o epigastro; a vesícula biliar, o fígado, o pâncreas, até mesmo o coração e a pleura.

Por isso é sempre preciso consultar um médico a fim de se poder saber qual a causa real.

Sinais e formas

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As fezes podem apresentar características variadas:

— Primeiro, na sua consistência, esta pode ser absolutamente líquida ou então pastosa, do género «puré»; por vezes as fezes não são homogéneas, surgem misturadas as fezes líquidas com fragmentos;

— Também na sua cor, castanhas, amarelas ou verdes, podem estar mais ou menos misturadas com sangue, mucosidades ou gordura;

— Finalmente, em relação à sua evolução, uma diarreia aguda na sequência de uma indigestão, episodicamente, não tem nada em comum com uma diarreia crónica na qual, dia após dia, as fezes são anormais.

Causas

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1) As diarreias agudas estão quase sempre ligadas a uma causa exterior; intolerância a um alimento ou infecção microbiana ou parasitária.
Certas infecções deste tipo são muito graves, como acontece com as disenterias bacilares ou amibianas.

2) As diarreias crónicas estão mais vezes ligadas a perturbações orgânicas ao nível do pâncreas, do intestino delgado ou do intestino grosso.

Insistiremos mais particularmente sobre estas duas formas de diarreias crónicas:

• A primeira é devida a duas doenças de origem desconhecida, que se traduzem ambas por fezes ensanguentadas, a recto-cólica hemorrágica e a doença de Crohn;

• A segunda está ligada ao mau hábito de tomar laxantes com regularidade; estes provocam fezes líquidas, que privam o indivíduo da sua água e dos sais minerais do organismo. Hábito nefasto, perigoso, contra o qual nunca se alerta demasiado as pessoas.

Digestão | Pontos que Curam | ferramenta de diagnóstico e esclarecimento.
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