Category Archives: Órgãos dos Sentidos

Sinais

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São bem conhecidos:

— Surge bruscamente a febre, que pode subir até 39° ou 40°;
— Coriza, dor de garganta e tosse;
— Mal-estar geral, fadiga, dor de cabeça;
— Aparição de gânglios, e, com bastante frequência, perturbações digestivas, diarreias, vómitos, etc.

Sinais

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Variam segundo a localização.

As sinusites maxilares agudas complicam uma constipação mais ou menos severa, por volta do terceiro ou quarto dia da sua evolução. O mais importante sintoma é a dor, que surge bruscamente, uma dor intensa, palpitante, situada na maçã do rosto, debaixo de um dos olhos. Sem tratamento, persiste com acalmias e recrudescências. A pressão da maçã do rosto reactiva-a quando ela se acalma.

Com ou sem tratamento, a sinusite maxilar pode curar-se, mas frequentemente também se pode tornar crónica; a dor desaparece, mas mantém-se um corrimento purulento e interminável através de uma narina.

As sinusites frontais são ainda mais dolorosas, se possível, com dores atrozes que irradiam do ângulo interno do olho. Também neste caso pode haver passagem ao estado crónico.

Finalmente a sinusite etmoidal é apanágio da criança pequena e do lactente. Os sintomas surgem no canto interno do olho e ao nível da pálpebra superior, que incha bruscamente.

Em certos casos, o olho é projetado para diante, quase saindo da órbita.

Modo de emprego

Acupuncture1 266x300 - Modo de emprego

Não se trata, certamente, de uma doença aguda; por isso convém estimular os pontos principais, em particular, durante alguns minutos, de manhã e à noite, através de massagem, ou de agulha, ou de eletricidade.

Um sinal de eficácia é a obtenção de uma sensação de adormecimento no olho.

O efeito é obtido, e podemos assim retardar e reduzir as deformações da curvatura ocular.

Definição

miopia 300x200 - Definição

Estas três perturbações da visão, aqui não se trata de doenças, estão ligadas a uma deficiente «focagem» das imagens sobre a retina.

Que significa esta palavra «focagem», habitualmente utilizada pelos fotógrafos? A focagem, no caso dos olhos, é a reprodução exata mas reduzida das imagens exteriores sobre a retina; esta representação é, aliás, invertida: um homem, por exemplo, é representado de cabeça para baixo, mas o cérebro restabelece o bom senso. O que mais conta é a nitidez dos contornos; e esta é devida ao facto de o olho normal reproduzir o objeto no ponto exato em que ele deve ser reproduzido, isto é, sobre a retina, alargamento do nervo ótico.

Todos os estudantes fizeram a experiência de concentrar os raios de sol através de um vidro de relógio e de recolher a imagem sobre uma folha de papel. Sabemos bem que há uma distância precisa e variável segundo a curvatura do vidro para que a imagem do Sol fique reduzida a um ponto… que por vezes queima a folha. Acontece o mesmo com o olho normal, que é feito de meios transparentes equivalentes ao nosso vidro: a córnea, o humor aquoso, o humor vitreo, o cristalino.

Mas se estes meios — o tal «vidro de relógio» — forem demasiado curvos ou, inversamente, demasiado planos, é compreensível que a imagem perfeita se vá formar diante ou por trás da retina; e estamos assim perante um míope ou um hipermetrope. Em qualquer dos casos, a imagem recebida será pouco nítida.

Quanto à presbitia, é, de certo modo, uma hipermetropia relacionada com a idade. Por volta dos cinquenta anos, em geral, os meios transparentes do olho, e sobretudo a córnea, endurecem, alteram a curvatura do olho, e voltamos ao caso precedente.

Lugar da nossa terapêutica

images12 - Lugar da nossa terapêutica

Trata-se de situações em relação às quais ninguém poderia esperar que os nossos pontos atuassem. No entanto, e esta é uma das maiores descobertas da acupunctura contemporânea, eles atuam e não só sobre a surdez superficial de transmissão, mas também na surdez mais grave, a de percepção.

Um «trabalhador médico» chinês consegue, utilizando diariamente um ponto preciso, fazer ouvir crianças surdas-mudas. Vejamos então, entre outros, esse ponto miraculoso.

Formas e Causas

estrabismo 205x300 - Formas e Causas

Para compreendermos bem as causas dos estrabismos, temos de ter presente o funcionamento do globo ocular. Este «flutua» literalmente num meio fluido composto por gordura, situado na cavidade da face que constitui a órbita.

Acontece que o globo está aí fixado por meio de um conjunto de músculos que desempenham o papel de roldana e que, ao mesmo tempo que o sustentam, o fazem mover nos diferentes sentidos do espaço. Não há menos de seis músculos para fazerem mover o olho; quatro deles fazem-no girar francamente numa das direções do espaço, para cima, para baixo, para dentro e para fora, por isso os designamos por músculos direitos. Os dois últimos músculos fazem girar o globo sobre si próprio. Normalmente, os movimentos dos dois olhos são rigorosamente síncronos, encontrando-se o «computador» ao nível do cérebro.

Mas basta que, por qualquer razão, um músculo seja deficiente para facilmente compreendermos que os dois olhos vão divergir. O doente começa a ter os olhos «tortos».

Há dois grandes tipos de causas susceptíveis de provocar um estrabismo.

No adulto, este é geralmente secundário a um problema cerebral. Com efeito, cada um dos músculos possui o seu nervo particular que pode ser atingido em qualquer ponto do seu percurso, mas particularmente na sua origem e, frequentemente na sequência de uma doença por vírus, ou de uma pequena hemorragia, o doente começa de súbito a ver uma imagem dupla; é aquilo a que damos o nome bárbaro de diplopia.

Na criança, pelo contrário, o estrabismo surge muito cedo, logo nos primeiros meses, e está associado ou a uma deformação de um dos músculos, demasiado longo ou demasiado curto, ou a uma má «montagem» cerebral, em que o paralelismo não se estabelece. Seja qual for a causa, é necessário intervir muito rapidamente porque, ao contrário do adulto, a quem a diplopia provoca grande incómodo, a criança habitua-se depressa à sua desgraça. Põe um olho, de certo modo, a «dormir», habituando-se a só olhar com o outro. Mas acontece que a visão binocular é absolutamente necessária para a apreciação exata das distâncias.

Causas

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São três as principais:

— A infecção microbiana; era outrora a causa quase exclusiva. Embora não tenham totalmente desaparecido, as causas microbianas tornaram-se atualmente menos numerosas do que as outras;

— A alergia; é uma origem muito frequente. A conjuntiva alérgica ocorre muitas vezes, mas nem sempre, na Primavera, e é por vezes acompanhada por uma constipação dos fenos;

— A afecção virai, a mais frequente nos nossos dias, e, em particular, o herpes: o vírus que provoca habitualmente a «erupção de febre» e que surge sobre os lábios no decurso de numerosas doenças atinge
com frequência crescente a conjuntiva e pode provocar graves estragos, tanto mais que o seu tratamento é muito difícil.

Definição

Mucosa pathologie 300x193 - Definição

As doenças dos dentes, que representam todo um ramo da medicina — a estomatologia—, são demasiado numerosas e complexas para serem aqui tratadas em pormenor. Tanto mais que não se trata exclusivamente das doenças dos dentes, mas também de todas aquelas que afetam a implantação dos dentes nos maxilares.

Sabemos, com efeito, que os dentes estão colocados em pequenos compartimentos cavados nos ossos, que são designados por alvéolos. Existe todo um sistema complicado de «amarras» que ligam o dente ao seu alvéolo e que é suscetível de se relaxar, de infetar ou de se destruir com a idade. Esta «artrite» ou, em linguagem científica, esta parodontólise ainda não recebeu tratamento satisfatório.

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