Formas

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Então, somos gordos a partir de que peso?

Já se pretendeu —o que também é próprio do nosso tempo — definir matematicamente a obesidade. E multiplicaram-se as tabelas que pretendem definir o peso ideal. Na verdade, tudo leva a crer que nenhuma tabela apresentava valores absolutos e que mais vale classificar as obesidades segundo dois critérios:

Primeiro, o critério morfológico, a «forma» do corpo- Assim, podemos distinguir:

— A obesidade de tipo masculino dita «andróide», na qual o excesso de peso incide sobre a metade superior do corpo;

— A obesidade de tipo feminino, dita «ginóide», com superabundância de gorduras sobre a metade inferior;

— Finalmente, as obesidades localizadas, as «bolsas» de gordura; nesse caso trata-se da celulite, que provoca o desespero das nossas companheiras, porque se trata de uma desgraça especificamente feminina, podendo essas bolsas surgir localizadas sobre as ancas (ancas de cavalo), as coxas, os joelhos ou os tornozelos.

Cada tipo de obesidade tem a sua patologia própria. O tipo masculino faz-se frequentemente acompanhar de hipertensão e de doenças cardíacas. O tipo feminino, por problemas venosos (varizes—flebites) dos membros inferiores. Quanto à celulite, faz-se acompanhar de problemas… mentais, na medida em que faz desesperar a mulher que dela sofre, porque nem mesmo um emagrecimento geral leva forçosamente ao seu desaparecimento.

E também há que ter em conta factores psicológicos:

— Há gordos felizes, assumidos, que se sentem bem dentro da sua pele. Só com uma extrema prudência se deverá tocar na sua obesidade, em função dos riscos que eles correm;

— Há também falsos gordos, e sobretudo falsas gordas, que vivem de olhos fixos no ponteiro da balança, e que é preciso tentar convencer da inexistência da sua sobrecarga ponderal, o que não é fácil!

E há todos os outros que têm uma necessidade real de emagrecer e que sofrem com o seu peso; para esses foi redigido este capítulo.

Causas

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Quanto ás gengivites, as causas infecciosas são as mais frequentes; regra geral, trata-se de uma afeção de zonas vizinhas cujo ponto de partida se encontra nos dentes ou na garganta.

São sobretudo causas orgânicas, metabólicas, como se costuma dizer, ligadas a carências de vitaminas (particularmente B 12 e PP) que atingem a língua. Mas a presença de leveduras e de fungos são também causas frequentes. Especialmente o cândida, a levedura que. nos lactentes, provoca os «sapinhos», e que cada vez mais atinge os adultos,
sobretudo após tratamento com antibióticos.

Quanto as aftas, a sua causa é misteriosa e não tem, de qualquer forma, nada a ver com a febre aftosa dos animais.

Seja como for, há que desconfiar de uma ulceração que não sara, principalmente num fumador, e consultar o dentista ou o estomatologista.

Formas e evolução

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Geralmente, a hepatite infecciosa é benigna e cura-se sem deixar traços entre quinze dias e três semanas.

Mas é frequente a permanência da coloração amarela durante muito tempo, e durante ainda mais tempo persiste uma sensação de intensa fadiga.

A par desta forma habitual, há icterícias graves marcadas sobretudo por hemorragias, e que matam.

Há também formas crónicas nas quais o fígado é destruído progressivamente e que, muitas vezes, também levam à morte.

Tratamento habitual

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Não existe qualquer tratamento químico para as hepatites infecciosas. Por isso, são levados a efeito, actualmente, esforços consideráveis para se fabricar uma vacina para a hepatite B, em especial. Algumas
dessas vacinas já são experimentadas em diversos países em pessoas particularmente ameaçadas (pessoal médico, etc).

Lugar da nossa terapêutica

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Esta não é indicada nas flebites profundas ou superficiais, nas quais só poderá ter um papel complementar.

Atua pouco sobre a dilatação varicosa em si, mas, pelo contrário, os seus efeitos sobre as suas consequências são excelentes, quer se trate da sensação de pernas pesadas, inchaços ou edemas ou até mesmo de úlceras varicosas; a sua utilização regular leva a melhoras importantes e tem um papel de prevenção substancial quando se pretende evitar a sua aparição.

Evolução

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É geralmente benigna; após uns oito dias, os sintomas cedem, a febre baixa e o doente está curado.

Mas, nos indivíduos fatigados, doentes ou idosos, a evolução é muito diferente. Os micróbios sucedem-se aos vírus; surgem então problemas respiratórios graves, que podem matar o doente. A gripe é ainda, nas nossas regiões, uma das mais importantes causas de mortalidade.

Tratamentos habituais

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Têm duas finalidades:

— Diminuir ao máximo os líquidos do organismo para facilitar o trabalho de «bomba» do coração, donde dieta sem sal e diuréticos que, fazendo urinar, eliminam os edemas;

— Tonificar o músculo do coração, e, a par da velha e sempre útil digitalina, surgiram novos produtos, como os nitritos, por exemplo.

Tratamento habitual

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O tratamento anticoagulante revolucionou a evolução das flebites e, utilizado preventivamente nos operados, impede que ela ocorra.

Esse tratamento não é necessário nas periflebites; estas exigem a utilização de anti-inflamatórios e a extração cirúrgica do pequeno coágulo.

O tratamento das varizes é mais complexo; utiliza medicamentos vegetais e, além disso, possui duas técnicas mais rigorosas: a extirpação cirúrgica da veia e a sua esclerose por meio de injeções, na veia, de quinino ou de iodo.

Os dois métodos associam-se e completam-se, é preciso saber que as escleroses deverão ser feitas de novo, porque se formam incessantemente novas varizes a esclerosar, em média de ano a ano.

Pontos Que Curam
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