Sinais e formas

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1) A epilepsia acima descrita é a chamada grande crise de epilepsia, ainda agora designada como «grande mal», com as suas três fases sucessivas:

a) Tónica, na qual o doente cai redondamente, rígido como uma tábua;

b) Clónica, na qual o doente é atingido por convulsões musculares breves, repetidas e bruscas;

c) De estupor, na qual o doente se sente confuso, não se recordando, em absoluto, do que se passou.

É esta a forma mais frequente, mas há outras duas que podem existir quer isoladamente, quer alternadamente com a primeira, e que são:

2) A epilepsia de Bravais-Jackson, assim designada a partir dos nomes daqueles que a descreveram, na qual o doente não perde a consciência, mas vê uma parte do seu corpo (um braço, por exemplo) agitada por movimentos involuntários, que duram mais ou menos tempo.

3) O «pequeno mal», cuja manifestação mais espetacular é a «ausência». O doente, que muitas vezes estava a falar, cala-se bruscamente; os seus olhos tornam-se vagos ou parecem fixar um ponto imaginário.

Ao fim de alguns segundos, ou alguns minutos, retoma o seu discurso, não tendo, também neste caso, qualquer recordação desta suspensão temporária da consciência.

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