Category Archives: As intoxicações: Drogas, Álcool e Tabaco

Definição

pessoa baseado 200x300 - Definição

Desde há milénios, o homem —nesse aspecto menos sábio de que os animais— procura utilizar substâncias susceptíveis de modificar o seu comportamento, estimulando-se ou acalmando-se.

A China tem-se confrontado particularmente, desde a mais alta antiguidade, com o problema da droga, e sobretudo o ópio. Infelizmente, este tipo de intoxicação conquistou os países ocidentais, onde nos últimos vinte anos, não tem cessado de progredir.

Veio acrescentar-se às outras intoxicações «muito nossas», que são o álcool e o tabaco.

A França tem o recorde absoluto, pouco invejável, do consumo mundial de álcool.

Quanto ao tabaco, a sua voga, já antiga, regride um pouco mas, em contrapartida, atinge um número crescente de jovens.

Causas

drug 239x300 - Causas

Por que é que as pessoas se drogam, bebem, fumam?

Parece que existem elementos comuns a estes três tipos de intoxicação e outros elementos mais particulares a cada um deles.

A droga, pelo menos entre os jovens, é um facto novo no Ocidente.

Recusa da sociedade, desejo de evasão, fenómeno publicitário; segundo parece, de tudo um pouco.

Por seu lado, o alcoolismo é um facto constante. A nossa civilização nada em álcool. Mas não se torna alcoólico quem quer. Há que distinguir o bebedor excessivo, mas que pode parar quando o pretende fazer, do verdadeiro alcoólico que apresenta no seu fígado uma substância que transforma o álcool em morfina, fazendo do seu portador um drogado.

Quanto ao tabagismo, podemos encontrar para ele duas motivações:

• Uma individual: fumar é mamar o seio materno, sendo o reflexo de deglutição, o primeiro no bebé recém-nascido, o reflexo apaziguador por excelência;

• Outra social: fumar em grupo é participar num rito em que o símbolo ancestral, desempenha um papel essencial.

Os pontos

meridian image2 300x176 - Os pontos

Existe um ponto comum a todas as intoxicações e outros mais específicos para cada uma.

Os pontos específicos:

Para as drogas: um estudo feito em Tolosa demonstra o interesse de dois pontos a estimular eletricamente:

Um sobre o rebordo posterior do crânio, a dois dedos da implantação da orelha;

O outro na raiz do nariz;

Para o álcool: um ponto situado na ponta do nariz, o «Pitchun».

Para o tabaco: toda uma zona que rodeia a raiz do hélix, sobre a orelha.

Tratamento habitual

aa 300x300 - Tratamento habitual

Toda a desintoxicação exige um apoio psicológico importante» sobretudo de grupo: hospitais de cura, sociedades de antigos alcoólicos etc. Mas há medicamentos e métodos novos que proporcionam um socorro importante.

Assim, em relação às drogas duras, são utilizados com sucesso» produtos como a Naloxona ou certos hipertensores.

No alcoolismo, utilizam-se certos produtos com enxofre, como o Antabus, que bloqueiam a ação do álcool ao nível do fígado.

Quanto ao tabaco, ainda não se encontrou desintoxicante específico.

Modo de emprego

Acupuncture1 266x300 - Modo de emprego

O modo de emprego ideal ainda está por encontrar. O ponto atual da questão é o seguinte: podemos utilizar uma estimulação manual durante quinze minutos, de manhã e à noite, ou uma estimulação eléctrica de dez minutos, de manhã e à noite, ou a colocação de uma estimulação permanente, pastilhas ou fio elétrico ao nível dos pontos, da orelha, em especial.

Lugar da nossa terapêutica

acupuntura estetica2 300x225 - Lugar da nossa terapêutica

Os Chineses têm-se confrontado desde a mais remota antiguidade com o problema da droga. Têm, por isso, esquemas de tratamento Perfeitamente definidos.

Pelo contrário, o álcool e o tabaco são situações novas para o acupuntor. A investigação em relação a eles não se encontra terminada» mas a nossa terapêutica parece trazer já resultados substanciais.

Formas e Sinais

Saiba Mais6 300x300 - Formas e Sinais

No que se refere à droga ou, melhor dizendo, às drogas, elas são muito numerosas, e, por isso, apresentam um grande número de aspectos diversos. É habitual dividi-las em «drogas leves» e «drogas duras», estando as primeiras representadas principalmente pelo haxixe ou pela marijuana, as segundas pelos derivados do ópio (o famoso LSD encontra-se em vias de desaparecimento). Mas a estas acrescenta-se uma infinidade de produtos novos que vão até à cola diluída uma vez que o engenho dos drogados avança tão rapidamente como as descobertas da química moderna.

Como se traduzem, sobretudo no caso das drogas duras, as intoxicações?

Pode ocorrer um acidente agudo, uma overdose que mata o infeliz toxicómano, muitas vezes adolescente, cujo cadáver é descoberto numa qualquer espelunca sórdida. Pode também haver infecções graves que sobrevêm às injeções dadas sem assepsia: septicemias, hepatites, etc.

Mas o que geralmente os pais desesperados querem saber é se o seu filho se droga. Não existe uma resposta formal para esta interrogação, mas há que desconfiar de uma modificação brusca do carácter ou do aproveitamento escolar, de um comportamento estranho, no qual alterna a agressividade e um «angelismo» excessivo.

Quanto ao álcool, as suas manifestações são bem conhecidas.

O alcoolismo agudo é marcado inicialmente por uma fase de euforia, de excitação, que evolui para a incoerência da linguagem e dos gestos. Depois surge o abatimento, o bebedor vomita e adormece pesadamente; o indivíduo está como morto e pode mesmo morrer da sua embriaguez. Mas, geralmente, sai, passadas algumas horas, da sua «ressaca», com dores de cabeça, náuseas, a boca empastada e seca.

Se não vai mais além, e sobretudo se não recomeça, essa crise aguda não tem consequências.

As coisas passam-se de modo completamente diferente com o alcoolismo crónico, cuja frequência não cessa de aumentar: é-se um alcoólico se se consumir mais de 11 de vinho por dia, no caso da mulher,
e mais de 1,5 1 no caso do homem. E isto sem falarmos dos aperitivos e
digestivos diversos.

Os sintomas principais são digestivos e nervosos.

As perturbações digestivas começam com aquilo que se designa por «pituita», marcada por ardores no estômago, vómitos ácidos. E isto acaba na irreversível cirrose, com um fígado aumentado ou, pelo contrário, diminuído de volume, e ascite, «barriga de água».

As perturbações nervosas afetam os membros inferiores e traduzem-se por uma paralisia parcial das pernas: a polinevrite.

Mas afetam também o cérebro, provocando desordens do comportamento que levam à imbecilidade e à demência, com todas as suas desastrosas consequências pessoais, familiares e sociais.

É preciso saber que existe atualmente um teste biológico que permite apreciar o grau de «inibição» do sujeito: a dosagem da Gama-G.T.

As coisas passam-se de modo completamente diferente com o alcoolismo crónico, cuja frequência não cessa de aumentar: é-se um alcoólico se se consumir mais de 1 1 de vinho por dia, no caso da mulher, e mais de 1,5 1 no caso do homem. E isto sem falarmos dos aperitivos e digestivos diversos.

E o tabaco? O último, mas não o menos importante.

Na verdade, só há relativamente pouco tempo se sabe que a sua prática, durante muito tempo considerada como divertida, e até mesmo valorizadora, é, também ela, terrivelmente nociva. É certo que os quadros não são tão dramáticos como os do drogado e do alcoólico, mas a intoxicação pelo tabaco multiplica os dois flagelos do mundo moderno: as doenças cardiovasculares e os cancros.

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