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Sinais e formas

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Os três sintomas essenciais são a dor, a hemorragia e o corrimento. A dor é geralmente densa, pesada, e aumenta quando da passagem das fezes. É nesse momento que a hemorróida sangra, acompanhando as matérias fecais com um jacto de sangue vermelho. Entre duas defecações, o ânus permanece húmido devido a um corrimento Frequentemente irritante e com mau cheiro.

Assim se apresentam as hemorróidas simples. Mas, na verdade, poderão ser afetadas por outras complicações.

Por vezes, forma-se um coágulo, que provoca uma trombose hemorroidária, pequena bola dolorosa que pode estar situada no exterior ou no interior do ânus. Outras vezes, as hemorróidas inflamam-se, e temos uma anite. Noutros casos, elas «saem» em bloco do ânus, criando o prolapso hemorroidário.

Mas as hemorróidas não constituem, nem de longe, todas as doenças do ânus. Além delas, há que assinalar as fissuras e as fístulas anais.

As primeiras são uma espécie de corte horrivelmente doloroso, mesmo ao nível do ânus. As segundas são um pequeno orifício húmido situado, com frequência, fora da abertura do ânus e do qual sai pus. A fístula pode ser causa de abcessos muito graves.

Finalmente, há que estar atento a qualquer manifestação anormal ao nível do ânus, tumores e cancros, e ir consultar o especialista, cujo nome científico é «proctologista», sobretudo quando surgem sinais de alarme graves: hemorragias de sangue negro, que ocorrem entre as defecações.

Quanto à comichão no ânus, ela pode ser consequência das doenças referidas, mas também pode surgir independentemente daquelas.

Nesse caso, há que pensar sobretudo:

— Na criança, nos vermes intestinais;

— No adulto, na diabetes.

Formas

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É clássico por obstipação atónica, na qual o sujeito permanece oito dias sem evacuar, por exemplo, sem que sinta o menor mal-estar, à obstipação espasmódica, na qual há dores, períodos de diarreia, etc.

Na realidade, estas duas formas correspondem na generalidade a duas situações diferentes: a obstipação atónica provém do ânus, a espasmódica do mau funcionamento do intestino grosso, logo de uma colite.

Os pontos

meridian image1 300x176 - Os pontos

Dois principais, dois acessórios:

Os principais:

O primeiro esta na parte inferior das costas, a três dedos para cada lado da espinha dorsal, sobre uma linha que passa pelas cristas iliacas.

O segundo a três dedos para cada lado do ânus.

Os acessórios:

O primeiro sobre o ventre, a meio caminho entre o umbigo e o púbis.

O segundo de ambos os lados do púbis, sobre uma pequena ponta óssea (espinha pubiana).

Definição

agua 225x300 - Definição

As hemorróidas são a mais frequente doença do ânus. Em relação a elas, há que esclarecer desde já um equívoco: existem normalmente veias no ânus, as quais, aliás, o circundam; são as veias hemorroidárias. São elas que, quando se dilatam, se transformam em hemorróidas. Por outras palavras, as hemorróidas são, de um modo geral, varizes do ânus.

Os pontos

meridian image1 300x176 - Os pontos

Dois principais, dois acessórios:

Os principais:

O primeiro está situado sobre o baixo-ventre, sobre a linha mediana, mesmo no rebordo do púbis.

O segundo nas costas, a três dedos para cada lado da espinha dorsal, à altura da crista ilíaca.

Os acessórios:

O primeiro ao nível da extremidade interna da dobra do joelho.

O segundo a três dedos para cada lado do ânus.

Os pontos

meridian image 300x176 - Os pontos

Três principais, quatro acessórios:

Os principais:

O primeiro está situado num sítio de difícil acesso, imediatamente por trás do ânus.

O segundo sobre o dorso do no ângulo do primeiro e do segundo dedos do pé.

O terceiro sobre a face anterior da coxa a uma mão acima da rótula. Para o encontrar, coloque a palma da mão sobre a rótula e pouse a mão sobre a coxa. O dedo médio indica o ponto.

Os acessórios:

Estes pontos encontram-se na base dos dedos do pé, nos intervalos que os separam.

Causas

benefícios da banana 1024x1024 300x300 - Causas

1) A obstipação atónica é, já o dissemos, secundária a uma «carência» do ânus, aquilo que é designado por disquesia rectal. É aí que estão incluídas as causas ditas de civilização: refeições irregulares em volume em horário, demasiados alimentos «ricos», carnes, doces, molhos, insuficiente bebida, exercício insuficiente; tudo isto contribui para «esbater» o reflexo de defecação, que o organismo acaba por «esquecer». A isso se acrescenta todo um segundo plano psicológico: a ansiedade «aperta» os esfincteres, as pessoas inquietas têm tendência para «guardar» as fezes, tal como o resto. Freud construiu toda uma parte da sua teoria sobre o «estádio anual», cuja ultrapassagem representa um dos estádios do desenvolvimento do ser.

E além disso, há outras causas mais prosaicas: quem poderá dizer o número de obstipados que surgiram na sequência da substituição de instalações sanitárias «à turca» por retretes «à inglesa», devido ao abandono de uma postura fisiologicamente mais favorável.

2) A obstipação espasmódica vem mais na sequência de uma afecção do intestino grosso, isto é, uma colite. O nome de Colite é uma generalização que encobre uma infinidade de causas muito diversas. Tentemos analisar um pouco a questão.

As colites podem ser secundárias:

• Um tumor benigno ou maligno; é sempre o que se deve pensar perante uma prisão de ventre recente;

• A parasitas: amibas, cândida, vermes, etc;

• Ou, com uma.frequência cada vez maior, a uma verdadeira intoxicação por antibióticos administrados em excesso ou durante um período demasiado longo.

Mas, geralmente, as colites são de origem «nervosa». Designadas como colites espasmódicas ou colopatias funcionais, são então um dos «espelhos da alma», e as contrações alternam com um atraso do trânsito, que explica a obstipação.

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