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Sinais e formas

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As infeções são de natureza diferente segundo o órgão atingido.

Quando se trata de uma afeção do alto aparelho urinário, bacinete e uréter, fala-se de pielonefrite; a infeção da bexiga é uma cistite. E, em cada caso, a doença varia segundo o sexo e a idade.

As pielonefrites são sempre infeções severas; podem ser agudas, com uma febre alta, arrepios intensos, dores lombares; podem ser crónicas, com um aspecto muito menos espetacular, uma febrezinha, algum ardor ao urinar.

É sobretudo na criança que esta forma é perniciosa, porque não há nada na urina que chame a atenção. Donde a obrigação imperiosa de fazer um exame de urina a um lactente que apresenta uma febre cuja origem não é evidente.

Em qualquer idade, é preciso procurar uma causa para esta infeção que se manifesta acima de uma «barragem». No adulto, tal barragem pode ser devida a um cálculo ou a um estreitamento do uréter.

Na criança, é um mau funcionamento da bexiga que impele a urina para cima em vez de a deixar seguir o seu curso normal.

A situação é muito diversa com as infeções da bexiga, as cistites.

Estas, sobretudo na mulher, são infinitamente menos graves. Mas podem ser um verdadeiro pesadelo devido à sua repetição incessante. Pode até acontecer, por vezes, um exame à urina não revelar qualquer germe e, todavia, encontrarmos toda a sintomatologia da cistite: desejo repetido de urinar, ardor ao urinar, por vezes urina sangrenta. Fala-se então de cistalgia.

Causas

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Há dois grandes tipos de causas na enurese. As causas psicológicas já foram referidas. E é verdade que continuam a ser muito importantes, o exemplo acima citado prova-o, particularmente nas enureses secundárias.

Pelo contrário, nas enureses primárias, as causas orgânicas parecem ser as de maior peso. É a bexiga que está na sua origem, ou porque tem alguma deformação, ou porque as suas contrações são demasiado fortes, ou ainda, e sobretudo, porque, por razões que desconhecemos, é demasiado pequena e não cresce ao mesmo tempo que a criança.

Definição

Homem urinando no banheiro cor 182x300 - Definição

Entende-se por infeções urinárias as infecções das vias condutoras da urina, que são, de cima para baixo, o bacinete, o uréter e a bexiga.

As infeções do conduto terminal, a uretra, são excluídas desta definição. «E as do rim?», perguntará o leitor. As infeções do rim são muito raras, e quando se fala de nefrites, o que etimologicamente deveria querer dizer infeção do rim, não se trata de uma verdadeira infeção, mas de uma inflamação de natureza muito diferente.

Pelo contrário, a infecção das vias urinárias pode provocar, como reflexo, uma destruição do rim; é por isso que as infecções saio tão perigosas, tanto mais que muitas vezes evoluem silenciosamente.

Modo de emprego

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É preciso estimular longamente estes quatro pontos, quer à mão, quer por meio de uma estimulação elétrica, de manhã e à noite. Convém obter uma sensação de adormecimento ao nível da bexiga. Pode-se assim igualmente aliviar as crises e evitar as recaídas, sobretudo das cistites.

Formas

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Estas dependem de dois factores:

• A amplitude da «descida» do órgão;

• A repercussão sobre os órgãos vizinhos.

Num primeiro tempo, o útero inclina-se para trás, e depois começa a descair. Nesta descida, pode sistematicamente situar-se a três níveis:

— Encher parcialmente a vagina;

— Enchê-la totalmente; vemos o colo surgir no orifício vulvar;

— Ou ainda, e isto é excepcional nos nossos dias, o órgão pode sair completamente e manter-se pendurado entre as pernas;

— Finalmente, na descida, a matriz pode arrastar os órgãos vizinhos, essencialmente a bexiga, cujo funcionamento fica perturbado, em consequência desse facto.

Tratamento habitual

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Nas retenções, sobretudo nas agudas, há que começar por aliviar o doente. Há uma atitude que é indispensável: a algaliação, isto é, a introdução de uma espécie de pequeno tubo semi-rígido que sobe até à bexiga e pelo qual sai a urina.

Quando a algaliação não é possível, pratica-se uma punção da bexiga diretamente através da parede do ventre. Mas isso é só um primeiro recurso, porque é preciso depois examinar as vias urinárias, especialmente por meio de raios X, para se encontrar a causa e se poder conseguir uma solução definitiva, geralmente por meio de atuação cirúrgica.

O problema das incontinências é muito mais difícil de tratar.

A cirurgia pode também melhorar a situação, corrigindo uma deformação ou fazendo «subir os órgãos», fixando novamente a bexiga ou o útero descaídos.

Mas, mesmo após a operação, os resultados nem sempre são completos, ou permanentes.

Definição

prostata 300x185 - Definição

Antes de falar nas doenças que a afetam, convém definir o lugar e o papel exato deste órgão.

Está situado, no homem, sob a bexiga que repousa sobre ele «como um candeeiro sobre o seu pé», como já foi dito. É atravessado pela primeira parte do canal da uretra, que conduz a urina da bexiga para o exterior. É uma glândula genital acessória que fornece a secreção ao esperma para o alimentar, mas a sua ligação ao aparelho urinário fá-lo intervir em lugar destacado nas doenças deste aparelho.

Formas e causas

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Entre a infinita variedade das afeções nervosas encontramos, todavia, grandes quadros que resumem a maioria dos casos e que passamos a descrever, com as suas causas:

1) As hemiplegias: trata-se da paralisia de uma metade, direita ou esquerda, do corpo. A hemiplegia é geralmente consequência de uma perturbação que ocorre numa artéria do cérebro: ou então esta sangrou (hemorragia cerebral), ou ficou bloqueada (trombose);

2) As paraplegias: trata-se de uma paralisia da metade inferior do corpo, dos dois membros inferiores.
A sua causa é uma afecção da espinal medula, muitas vezes devido a um acidente. A medula está cortada, logo os nervos das pernas deixam de funcionar. Estão-lhe frequentemente associadas perturbações da evacuação da bexiga ou do intestino;

3) As polinevrites: o ataque situa-se ainda mais abaixo, não afetando senão a extremidade da perna e o pé. O doente caminha lançando o pé para a frente; diz-se, por analogia com a forma de caminhar do cavalo, que ele trota.
A causa é geralmente tóxica, e entre os tóxicos mais frequentemente em causa encontra-se, infelizmente, o álcool;

4) Os ataques difusos: estes afetam regiões diferentes do corpo, uma mão e uma perna, por exemplo. A doença típica que cria estas situações é a terrível esclerose em placas, que destrói o cérebro e a medula por meio de placas espaçadas que, portanto, dão origem a paralisias difusas e irregulares. A causa exata desta doença é desconhecida; atualmente atribuiu-se as culpas a vírus «lentos», que se fixariam sobre os nervos na infância e os destruiriam aos poucos.

Formas e sinais

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Compreende-se assim que as patologias da próstata se traduzam sobretudo por meio de sinais urinários.

Esta patologia inclui três grandes capítulos: as prostatites, o adenoma e o cancro.

As prostatites estão ligadas à infecção da glândula. Os micróbios em causa podem ter origem nas vias urinárias infectadas, ou então numa infecção à distância: furúnculos, ou até mesmo tuberculose pulmonar. A doença começa em geral subitamente, com arrepios, febre alta, dor no baixo-ventre. Se não há intervenção, forma-se um abcesso que se abre para a uretra ou contamina o testículo.

Um tratamento enérgico cura geralmente o abcesso e as suas consequências. Mas se não é o caso, a doença evolui para uma prostatite crónica com períodos de acalmia e crises que lhe dão uma cronicidade desesperante.

O adenoma prostático, a «próstata» dos homens idosos, muito mais frequente, é uma coisa diferente. Trata-se de um aumento de volume e de um endurecimento de uma parte da glândula.

Infelizmente, esta está situada para cima e faz hérnia na bexiga; cria-se assim, para trás, uma profundidade vesical donde a urina não pode sair, o que explica todos os sintomas da doença: vontade de urinar frequente ao princípio, porque a bexiga procura «forçar» o obstáculo, depois, pelo contrário, distensão vesical quando o órgão já não tem força para reagir e muitas vezes também retenção de urina porque o canal da uretra, estrangulado pelo adenoma, já não deixa passar a urina.

Quanto ao cancro da próstata, traduz-se por uma sintomatologia que recorda a do adenoma, mas com uma evolução muito mais rápida. Pode também revelar-se, infelizmente, por uma metástase, isto é, um «enxerto» canceroso nos ossos ou no pulmão. É sempre de recear, mas é bastante fácil conseguir um diagnóstico precoce, porque é um dos raros cancros que têm uma «assinatura» biológica (elevação das fosfatases ácidas no sangue).

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