Category Archives: Digestão

Tratamentos habituais

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Estes dividem-se entre terapêutica, médicas e cirúrgicas.

— As colecistites exigem frequentemente um tratamento antibiótico massivo.

— Os cálculos e as suas complicações eram até há poucos anos apanágio exclusivo da cirurgia. Há pouco tempo surgiram produtos que desfazem os cálculos na vesícula, mas só se se tratar de cálculos de colesterol, e tais medicamentos nem sempre são bem tolerados.

— Quanto às discinesias, a sua existência arrastou consigo, por assim dizer, a criação de um enorme mercado de produtos farmacêuticos ditos «coléritos» que se propõem excitar ou retardar as contrações
do órgão. Na realidade, o que convém é um método que harmonize os movimentos da vesícula e os medicamentos dificilmente o conseguem.

— A crise de cólica hepática necessita da utilização de calmantes muito
poderosos em pílulas, supositórios ou injeções.

Formas e causas

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Os sintomas vesiculares que descrevemos acima agrupam-se de uma maneira diferente segundo as doenças que afetam a vesícula.

Essas doenças podem agrupar-se em três categorias:

— As infecções da vesícula ou colecistites;

— As perturbações do funcionamento vesicular ou discinesias;

— Os cálculos vesiculares e as suas complicações.

As colecistites são devidas à invasão da vesícula pelos germes intestinais. São elas que provocam os maiores acessos febris. Por vezes, a colecistite está supurada, impondo medidas urgentes, tanto médicas
como cirúrgicas.

As discinesias são consequência de deficientes contrações do órgão que, como todos os músculos, se deve contrair para expelir o seu conteúdo. As contrações podem ser insuficientes ou, pelo contrário, excessivas, ou ir alternadamente de um extremo ao outro, o que é o caso mais frequente.

Mas o maior problema é o dos cálculos biliares. Estes cálculos estão presentes em volume e em número extraordinariamente variáveis.

Alguns são enormes, com várias gramas, ocupando todo o interior do órgão; outros são minúsculos e numerosíssimos, constituindo a lama biliar.

Além das perturbações de funcionamento que provocam, os cálculos podem migrar nas vias biliares, desencadeando uma cólica hepática, ou ficarem aí bloqueados, provocando uma icterícia por retenção.

Definição

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Ausência de evacuação intestinal, quotidiana, a prisão de ventre é, como já foi dito, uma verdadeira doença de civilização. «Nem todos morriam dela, mas todos eram atacados»… e é muito raro que alguma pessoa não tenha, pelo menos periodicamente, prisão de ventre. Mas a prisão de ventre entra também no quadro mais amplo das «colites»,

isto é, das inflamações do intestino grosso. Veremos o que se deve entender sob esta designação demasiado vaga, muitas vezes utilizada um pouco indevidamente pela gastrenterologia moderna.

Formas e evolução

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Geralmente, a hepatite infecciosa é benigna e cura-se sem deixar traços entre quinze dias e três semanas.

Mas é frequente a permanência da coloração amarela durante muito tempo, e durante ainda mais tempo persiste uma sensação de intensa fadiga.

A par desta forma habitual, há icterícias graves marcadas sobretudo por hemorragias, e que matam.

Há também formas crónicas nas quais o fígado é destruído progressivamente e que, muitas vezes, também levam à morte.

Tratamento habitual

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Não existe qualquer tratamento químico para as hepatites infecciosas. Por isso, são levados a efeito, actualmente, esforços consideráveis para se fabricar uma vacina para a hepatite B, em especial. Algumas
dessas vacinas já são experimentadas em diversos países em pessoas particularmente ameaçadas (pessoal médico, etc).

Causas

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São quatro as principais; a úlcera, a gastrite, a hérnia hiatal e o terrível cancro do estômago.

Só as três primeiras, como é evidente, podem ser do âmbito de uma terapêutica médica.

A úlcera é uma abertura na parede, provocada por um excesso de ácido ou pela angústia (já se disse que se tem uma úlcera na cabeça antes de ela aparecer no estômago), ou ainda por medicamentos como a cortisona ou os anti-inflamatórios.

As gastrites são inflamações na mucosa, devidas a um mau funcionamento do estômago ou a uma agressão da sua parede pelo tabaco, o álcool, o café, os condimentos, etc.

Quanto à hérnia hiatal, a sua causa é uma má «formação» da cavidade do ventre para cima, porque o músculo chamado diafragma é de má qualidade. Por isso, uma parte do estômago penetra no tórax, o que provoca perturbações do seu funcionamento.

A multiplicação das modernas formas de pesquisa, em particular os exames diretos por meio do fibroscópio, mostra como as doenças do estômago, as gastrites, em particular, e também, infelizmente, os cancros, são mais frequentes do que se julgava.

Sinais

maxresdefault3 300x169 - Sinais

É preciso analisarmo-nos com cuidado quando julgamos estar com prisão de ventre. Para começar, quantas são as evacuações quotidianas? Uma, duas? Tal número é variável e depende dos indivíduos. Se não se «faz» todos os dias, é com o intervalo de dois a três dias, ou menos frequentemente?

Como se apresentam as fezes? Pequenas, fragmentadas, ou, pelo contrário, volumosas? Existe de tempos a tempos uma situação diarreica? Há outros sintomas, dores, gases, inchaço do ventre?

Finalmente, e sobretudo, a obstipação é recente ou antiga? Pode acontecer que um caso de obstipação, que dura desde a infância, sendo embora incómoda, não seja fundamentalmente grave, enquanto uma prisão de ventre de aparição recente deva provocar desconfiança e levar à pesquisa de uma causa rigorosa.

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