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Causas

Ataque Cardiaco 232x300 - Causas

Como já dissemos, a insuficiência cardíaca é a fase terminal da evolução de doenças dos pulmões ou do coração.

Primeiro do pulmão, porque este órgão é uma verdadeira esponja de sangue. Desde que haja uma resistência à passagem desse sangue, o coração força-se, esgota-se; chegamos à insuficiência cardíaca direita, mais global. É o que se passa em caso de bronquite crónica, de enfisema, etc.

Depois do coração. Entre as doenças do coração que conduzem à insuficiência cardíaca, as mais frequentes são as doenças que atingem as válvulas do coração, o enfarte do miocárdio, que torna não funcional uma parte do músculo cardíaco, ou certas doenças do próprio músculo (miocardiopatias).

Terapêutica habitual

100 0281 300x225 - Terapêutica habitual

O cancro é sempre de recear, e necessita de uma exploração e tratamentos adequados (cirurgia, cobalto, quimioterapia, etc).

As doenças benignas, assim como certas doenças cíclicas, são tratadas por meio de hormonas, armas eficazes, mas por vezes difíceis de manejar.

Formas e causas

linfaticoshigado 300x245 - Formas e causas

Os sintomas vesiculares que descrevemos acima agrupam-se de uma maneira diferente segundo as doenças que afetam a vesícula.

Essas doenças podem agrupar-se em três categorias:

— As infecções da vesícula ou colecistites;

— As perturbações do funcionamento vesicular ou discinesias;

— Os cálculos vesiculares e as suas complicações.

As colecistites são devidas à invasão da vesícula pelos germes intestinais. São elas que provocam os maiores acessos febris. Por vezes, a colecistite está supurada, impondo medidas urgentes, tanto médicas
como cirúrgicas.

As discinesias são consequência de deficientes contrações do órgão que, como todos os músculos, se deve contrair para expelir o seu conteúdo. As contrações podem ser insuficientes ou, pelo contrário, excessivas, ou ir alternadamente de um extremo ao outro, o que é o caso mais frequente.

Mas o maior problema é o dos cálculos biliares. Estes cálculos estão presentes em volume e em número extraordinariamente variáveis.

Alguns são enormes, com várias gramas, ocupando todo o interior do órgão; outros são minúsculos e numerosíssimos, constituindo a lama biliar.

Além das perturbações de funcionamento que provocam, os cálculos podem migrar nas vias biliares, desencadeando uma cólica hepática, ou ficarem aí bloqueados, provocando uma icterícia por retenção.

Formas

psoriase 300x225 - Formas

Sendo estas extremamente variadas, descreveremos aquilo que se vê na mais frequente destas doenças, a psoríase.

Nela encontramos, na maioria dos casos, placas mais ou menos grandes, geralmente isoladas, que afetam certas regiões do corpo, cotovelos, joelhos, mas que geralmente não «fazem comichão».

Por vezes, as placas estendem-se, reúnem-se, cobrem quase todo o corpo do doente. Este vai perdendo escamas abundantemente: encontramo-las na sua roupa, na cama etc.

Noutros casos, a psoríase só afeta uma parte do corpo: palma das mãos e planta dos pés ou couro cabeludo (é uma das raras psoríases que provocam prurido), ou então destroem as unhas.

Nessas formas limite, o diagnóstico é difícil com outras doenças da pele (líquen plano, etc).

Definição

608d7f2a53da92d38497a797225cc87d 300x211 - Definição

Numerosas doenças podem afetar a boca e a língua. Certamente que não iremos passar em revista essas inúmeras afeções, mas referiremos somente as mais frequentes.
Entre estas, salientaremos as doenças das gengivas ou gengivites e as aftas que podem afetar as gengivas, a língua e o interior das faces.

A Utilização de novos modos de ação ao seu nível

digitopuntura 10222 300x199 - A Utilização de novos modos de ação ao seu nível

Também aqui os progressos foram consideráveis, a tal ponto que podemos falar de revolução.
Existem, a par da tradição, duas formas de estimulação: as agulhas e a aplicação de calor sob a forma de cones incandescentes de pó, os «moxas».
Mesmo no domínio tradicional, observam-se modificações no modo de aplicação
Existia o hábito de tratar os doentes, fase após fase, com breves sessões espaçadas. Obtinham-se assim resultados interessantes, mas esses resultados melhoraram incomparavelmente com tratamentos em série: sessões de alguns minutos praticadas todos os dias, durante semanas, ou mesmo meses. Melhor ainda, acontece com bastante frequência que a agulha é fixada em permanência na pele. É esse um dos modos de estimulação permanente. Veremos outros na sequência deste trabalho.
Com efeito, os pesquisadores chineses multiplicaram os meios de ação ao nível dos pontos. Dai proporem, segundo as doenças, a utilização de ventosas, de pequenos martelos munidos de numerosas pontas, de incisões cirúrgicas, de colocação de agrafos ou de fios que servem ao cirurgião para fazer suturas.

Mas três métodos, sobretudo, atraem a nossa atenção:
— A aplicação de pastilhas;
— As injeções medicamentosas;
— A estimulação elétrica.
O primeiro método consiste em pôr pontos em contacto com uma pastilha metálica. Coberta com uma gaze. a pastilha pode assim ser mantida durante dias. se necessário, sem causar o menor incómodo. Esta pratica, certamente sedutora pela sua simplicidade, necessita, todavia, de ser verificada em grandes séries de doentes, a fim de se apreciar a sua eficácia.
As injeções medicamentosas são praticadas «dentro» do próprio ponto. Os produtos utilizados, pelos Chineses pertencem a farmacopeia tradicional, como a raiz da angélica, ou à medicina ocidental, como, segundo os casos, as vitaminas, extrato placentário, ou mesmo produtos homeopáticos.
Quanto a administração de corrente elétrica, ela é feita de duas maneiras diferentes. A partir de um gerador de eletricidade é possível ligar pequenos elétrodos a agulhas previamente introduzidas na pele; é esta a prática utilizada nas operações cirúrgicas: após a implantação das atulhai, a corrente é ligada e o doente é submetido à acupuntura
elétrica meia hora antes e durante todo o tempo de duração da intervenção. Esta passa-se então sem dor, o doente mantém-se perfeitamente consciente, fala, bebe e por vezes come no decurso da operação.
Mas pode também aplicar-se uma corrente elétrica diretamente sobre a pele. Este método começa a ser utilizado em todo o mundo. Especialmente na França, é desta forma que em certos hospitais, os toxicodependentes são desintoxicados sem medicamentos.
É certo que a maior parte destas técnicas são experimentais. No entanto, é também certo que a colocação permanente, ao nível dos pontos, de pequenos aparelhos transistorizados cria uma dimensão nova para esta espécie de medicina.
Além disso, em contrapartida, e bastante paradoxalmente, redescobre-se o mais simples método de estimulação: a massagem cutânea ou a pressão do dedo sobre os pontos, o que muitas vezes permite obter resultados igualmente interessantes; a única diferença com relação aos métodos mais sofisticados deve-se ao facto de uma estimulação mais
intensa provocar uma ação mais rápida, e sobre uma zona mais vasta.
Por exemplo, a pressão de um dedo sobre um ponto do pulso conduz a um resultado sobre a fronte, enquanto a aplicação da corrente elétrica se exerce também sobre todo o lado da cabeça e da nuca e até sobre parte do ombro vizinho.
Na verdade, seja qual for o meio utilizado, o que conta é a estimulação regular, intermitente ou continua, que, para além de uma ação imediata, já interessante, permite um tratamento de fundo de doenças tão graves como a hipertensão ou a esquizofrenia, por exemplo. Melhor ainda, tudo leva a crer que esta forma de utilização desempenha um papel preventivo sobre a aparição de doenças ou de perturbações de toda a ordem.
Temos assim á nossa disposição um método flexível:

— Que permite tratar numerosas doenças, estimulando, sem medicamentos, a reação do próprio doente;
— Que pode ser colocada cm todas as mãos, porque não apresenta o mínimo inconveniente ou perigo;
— Que pode, finalmente, ser associada a todas as terapêuticas que
quisermos, sem nenhuma contra-indicação.

Sem qualquer dúvida, trata-se de um dos caminhos do futuro para a medicina, uma via que ocupará um lugar privilegiado na luta contra as doenças.
Com efeito, ela satisfaz duas condições que lhe garantem, na nossa opinião, uma vantagem notável:

• Evita, no todo ou em parte, a medicação e, sobretudo, a perigosa automedicação química;
• Permite ao doente «tomar conta de si» e, sem reduzir minimamente o papel do médico, contribuir, pela sua assiduidade e pelas suas próprias observações, para a sua própria cura;
• Representa exatamente o tipo de medicina preventiva que os poderes públicos procuram — com muita razão —promover por toda a parte. É esta a esperança que formulamos e é esta a finalidade que propomos aos nossos leitores neste trabalho.

Sinais e formas

IMG 4745 225x300 - Sinais e formas

Os três sintomas essenciais são a dor, a hemorragia e o corrimento. A dor é geralmente densa, pesada, e aumenta quando da passagem das fezes. É nesse momento que a hemorróida sangra, acompanhando as matérias fecais com um jacto de sangue vermelho. Entre duas defecações, o ânus permanece húmido devido a um corrimento Frequentemente irritante e com mau cheiro.

Assim se apresentam as hemorróidas simples. Mas, na verdade, poderão ser afetadas por outras complicações.

Por vezes, forma-se um coágulo, que provoca uma trombose hemorroidária, pequena bola dolorosa que pode estar situada no exterior ou no interior do ânus. Outras vezes, as hemorróidas inflamam-se, e temos uma anite. Noutros casos, elas «saem» em bloco do ânus, criando o prolapso hemorroidário.

Mas as hemorróidas não constituem, nem de longe, todas as doenças do ânus. Além delas, há que assinalar as fissuras e as fístulas anais.

As primeiras são uma espécie de corte horrivelmente doloroso, mesmo ao nível do ânus. As segundas são um pequeno orifício húmido situado, com frequência, fora da abertura do ânus e do qual sai pus. A fístula pode ser causa de abcessos muito graves.

Finalmente, há que estar atento a qualquer manifestação anormal ao nível do ânus, tumores e cancros, e ir consultar o especialista, cujo nome científico é «proctologista», sobretudo quando surgem sinais de alarme graves: hemorragias de sangue negro, que ocorrem entre as defecações.

Quanto à comichão no ânus, ela pode ser consequência das doenças referidas, mas também pode surgir independentemente daquelas.

Nesse caso, há que pensar sobretudo:

— Na criança, nos vermes intestinais;

— No adulto, na diabetes.

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