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Tratamento habitual

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Nas retenções, sobretudo nas agudas, há que começar por aliviar o doente. Há uma atitude que é indispensável: a algaliação, isto é, a introdução de uma espécie de pequeno tubo semi-rígido que sobe até à bexiga e pelo qual sai a urina.

Quando a algaliação não é possível, pratica-se uma punção da bexiga diretamente através da parede do ventre. Mas isso é só um primeiro recurso, porque é preciso depois examinar as vias urinárias, especialmente por meio de raios X, para se encontrar a causa e se poder conseguir uma solução definitiva, geralmente por meio de atuação cirúrgica.

O problema das incontinências é muito mais difícil de tratar.

A cirurgia pode também melhorar a situação, corrigindo uma deformação ou fazendo «subir os órgãos», fixando novamente a bexiga ou o útero descaídos.

Mas, mesmo após a operação, os resultados nem sempre são completos, ou permanentes.

Sinais

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O doente deprecia-se, julga-se inútil, incapaz, e torna-se efetivamente incapaz. Mergulha na angústia; o mínimo acontecimento transcende-o. A isso se acrescentam numerosos tipos de mal-estar: sensação de arrepios, etc.

A insónia está quase sempre presente.

Na verdade, a depressão nervosa que, segundo as épocas, é designada como neurastenia, spleen, anemia cerebral, ou mesmo, em linguagem moderna, a «fossa», sente-se mais do que se descreve.

Definição

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Dor intensa que ocorre de uma maneira geralmente brutal, ao longo das vias urinárias direita ou esquerda, geralmente ligada ao deslocamento de um cálculo urinário.

Na grande maioria dos casos, a dor aparece subitamente ou instala-se em poucos minutos.

É intensa, terrível e o seu trajeto é típico. Partindo de um rim (não devemos esquecer que este órgão está situado mais acima do que se julga habitualmente, sob as costelas), a dor desce pela região lombar e pelo ventre e vai terminar nas partes genitais, isto é, segue o trajeto do uréter que conduz a urina do rim à bexiga.

O doente torce-se com dores, procura em vão encontrar uma posição mais apaziguadora, mas nada o alivia.

A este quadro se acrescentam múltiplas perturbações: umas digestivas, vómitos, gases, diarreias, etc, outras urinárias, mais evidentes e mais óbvias, o doente tem repetida vontade de urinar e só expulsa algumas gotas, por vezes sangrentas.

Formas

um video improprio para quem tem vertigens so visto mesmo 300x168 - Formas

Falamos aqui da verdadeira vertigem, da que merece esse nome. Mas muitas vezes fala-se impropriamente de vertigem, e tal acontece quando o doente não sente mais do que uma impressão de instabilidade mais ou menos passageira, que ocorre particularmente devido a mudança de posição, quando o doente se ergue bruscamente ou vira subitamente a cabeça. Dado que a nossa terapêutica é aplicável a ambos os casos, referir-nos-emos a ambos em conjunto.

Modo de emprego

Acupuncture12 267x300 - Modo de emprego

Os pontos devem ser estimulados o mais depressa possível após o início do ataque.

É bom recorrer aos métodos de estimulação enérgica (acupuntura elétrica), mas é fundamental que o doente se associe ao tratamento estimulando ele próprio os pontos várias vezes ao dia.

Pode-se-lhe associar, com proveito, uma cinesioterapia do rosto.

Mesmo quando o ataque é antigo e deixou sequelas, é possível esperar uma recuperação interessante e o regresso a um rosto quase normal.

Formas e sinais

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É evidente que a hemorragia deve ser, só por si, estudada com grande cuidado. Primeiro, porque a sua abundância poderá pôr em perigo a vida da doente. E também as suas características: trata-se de sangue vermelho, de sangue escuro? Há coágulos, fragmentos, membranas? O seu odor é normal ou fétido? Surge ocasionalmente misturado com pus?

Também é preciso investigar os sintomas associados; a hemorragia pode fazer-se acompanhar de dores, de vertigens, de vómitos, etc. Tudo isso tem importância para lhe encontrarmos a causa.

Formas e causas

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Entre a infinita variedade das afeções nervosas encontramos, todavia, grandes quadros que resumem a maioria dos casos e que passamos a descrever, com as suas causas:

1) As hemiplegias: trata-se da paralisia de uma metade, direita ou esquerda, do corpo. A hemiplegia é geralmente consequência de uma perturbação que ocorre numa artéria do cérebro: ou então esta sangrou (hemorragia cerebral), ou ficou bloqueada (trombose);

2) As paraplegias: trata-se de uma paralisia da metade inferior do corpo, dos dois membros inferiores.
A sua causa é uma afecção da espinal medula, muitas vezes devido a um acidente. A medula está cortada, logo os nervos das pernas deixam de funcionar. Estão-lhe frequentemente associadas perturbações da evacuação da bexiga ou do intestino;

3) As polinevrites: o ataque situa-se ainda mais abaixo, não afetando senão a extremidade da perna e o pé. O doente caminha lançando o pé para a frente; diz-se, por analogia com a forma de caminhar do cavalo, que ele trota.
A causa é geralmente tóxica, e entre os tóxicos mais frequentemente em causa encontra-se, infelizmente, o álcool;

4) Os ataques difusos: estes afetam regiões diferentes do corpo, uma mão e uma perna, por exemplo. A doença típica que cria estas situações é a terrível esclerose em placas, que destrói o cérebro e a medula por meio de placas espaçadas que, portanto, dão origem a paralisias difusas e irregulares. A causa exata desta doença é desconhecida; atualmente atribuiu-se as culpas a vírus «lentos», que se fixariam sobre os nervos na infância e os destruiriam aos poucos.

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