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Modo de emprego

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Muito enérgico na crise dolorosa.

Massajar profundamente, ou utilizar agulhas longas, ou ainda um estimulador elétrico, até ao desaparecimento da dor. Os Chineses praticam mesmo, a este nível, injeções de substâncias calmantes.

Se o cálculo estiver bloqueado, é bom utilizar o primeiro ponto assinalado, aplicando-lhe pressões do dedo, ou mesmo choques repetidos, com um objecto um pouco pesado, tipo martelo de reflexos, para obter, se possível, a «libertação» do cálculo.

Modo de emprego

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A estimulação pode ser feita por meio de massagem, ou, então, recorrendo a agulhas ou a uma corrente eléctrica.

Estimular longamente em qualquer dos casos; é recomendável fazer, ao mesmo tempo, diversos movimentos com o ombro: elevação para diante, para o lado, para trás, etc.

Um resultado quase constante da estimulação é a atenuação da dor; além disso, é impressionante ver a recuperação obtida, após cada sessão, em relação aos movimentos normais.

Sinais

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São essencialmente dois:

Primeiro a dor, mas atenção, esta dor nem sempre se situa na anca; na maior parte das vezes é irradiada no joelho;

Depois vem o coxear: no adulto, de forma evidente; na criança, é preciso uma observação muito cuidadosa, porque o pequeno doente tem tendência para dissimular que coxeia, através de uma modificação da marcha.

A radiologia permite precisar as lesões.

Evolução

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Nunca se deve menosprezar a entorse do tornozelo.

Além da dor e da incapacidade profissional mais ou menos longa que decorre de uma primeira afecção, um tornozelo torcido tem tendência a provocar recidivas porque os ligamentos, verdadeiras «amarras» da articulação, foram rasgados.

De entorse em entorse, chega-se muitas vezes, particularmente na mulher que usa saltos altos, a um tornozelo instável constantemente inchado e doloroso, que transforma a infeliz numa pessoa verdadeiramente enferma.

Sinais

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O primeiro sinal, e durante muito tempo o único, da arterite é a dor. Mas uma dor de um tipo muito especial, porque é consequente à marcha. O doente faz 100m a 200m e, subitamente, sente um espasmo doloroso nas barrigas das pernas, que o obriga a parar. Após um breve tempo de repouso, essa dor intensa desaparece e o doente pode caminhar de novo, para parar mais uma vez, 100m adiante. Este fenómeno é aquilo que se denomina «claudicação intermitente». E, coisa não habitual, é acompanhada por um arrefecimento dos pés, contrariamente àquilo que se passa com um sujeito normal, quanto mais o doente anda, mais os pés arrefecem, a ponto de se tornarem insensíveis.

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