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Sinais

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A icterícia é o sinal mais evidente da doença. Mas também é preciso notar que não é o único; associa-se- lhe a febre, pruridos, uma descoloração das fezes e uma forte coloração da urina, cor de cerveja preta.

Além disso, a icterícia não é sinónimo de hepatite infecciosa. Outras doenças são susceptíveis de apresentarem o mesmo sintoma: certas anomalias sanguíneas, intoxicações e sobretudo a obstrução das vias
biliares, os canais por onde passa a bílis, por um cálculo, por exemplo.

Por isso, é sempre necessário fazer um exame cuidadoso a fim de determinar a origem da doença.

Formas

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Há que distinguir claramente duas formas: a bronquite aguda e a bronquite crónica.

A bronquite aguda é aquela de que toda a gente sofre mais ou menos durante o Inverno.

Na sequência de uma constipação ou de uma gripe banal, a febre sobe, a respiração torna-se difícil e como que ardente, e depois a tosse instala-se, fazendo expulsar os diversos tipos de expectoração acima descritos.

E normalmente, com ou sem tratamento, a doença evolui em duas ou três semanas para a cura, não deixando sequelas atrás de si.

Mas o mesmo não acontece com a bronquite crónica. Neste caso, a tosse começa no Outono e nunca pára completamente. Mantém-se uma expectoração mais ou menos abundante, depois a doença provoca recaída, reaparecem a febre e a tosse, a expectoração torna-se mais uma vez purulenta, e o doente passa todo o Inverno de crise em crise.

Não se trata só de uma indisposição incómoda, mas sim de uma doença muito grave, que é uma das maiores causas de mortalidade dos nossos dias.

Com efeito, inexoravelmente, a capacidade respiratória vai diminuindo, o doente reduz a sua atividade cada vez mais até se transformar num doente que não abandona o leito. Finalmente, o coração fraqueja, e caminha-se de complicação em complicação até à morte

Deve-se fazer tudo para evitar esta evolução desastrosa

Sinais e formas

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1) A zona é uma afeção muito curiosa.

Manifesta-se ao longo de um nervo e traduz-se pelo aparecimento de verdadeiras «zonas» de bolhinhas,
que surgem a partir de placas vermelhas situadas aqui e ali, ao longo do trajeto do nervo. Esta erupção faz-se acompanhar de febre e de dores violentas, que pode ser do tipo agudo e superficial, ou picada, ou guinada, etc.

Acontece, infelizmente, que, mesmo depois de a erupção ter desaparecido, as dores podem persistir durante meses e anos. O que torna a vida do infeliz doente absolutamente intolerável, e já levou alguns deles ao suicídio.

Como existem nervos sob toda a pele, a zona pode «sair» em qualquer região do corpo, mas com a característica de ser estritamente unilateral. Tem-se uma zona à direita ou à esquerda, mas não dos dois lados.

A localização mais frequente é o tórax, ao longo do nervo intercostal: o doente apresenta erupções sobre metade do peito, com duas placas nas costas, uma de lado, uma ou duas sobre o seio.

Mas a zona pode ter outras localizações, e, em particular, aparecer na face: uma das formas mais perigosas é a zona oftálmica, que produz o aparecimento de vesículas sobre a testa e sobre o couro cabeludo, mas cuja gravidade reside no facto de atingir o olho com todos os riscos que tal situação acarreta: queratite, perfuração ocular, névoa residual.

2) Qual a razão que nos leva a colocar a varicela, uma doença benigna, se considerarmos que as há, a par da zona?

Porque é a mesma doença. Um doente portador de zona pode transmitir a varicela a crianças com quem está em contacto, e julga-se que o vírus da varicela vai fixar-se em formações nervosas e «faz recaída» sob a forma de zona no adulto.

A varicela da criança é, aliás, constituída também por pequenas vesículas, mas que surgem espalhadas por toda a pele e nas mucosas e evoluem em várias fases de aparecimento durante quinze dias a três semanas.

3) Quanto ao herpes é, se quisermos, uma zona em ponto pequeno.

Não aparece mais de um ou dois agrupamentos de bolhas sobre a pele ou sobre as mucosas.

Mas o herpes é recidivante — muitas vezes quando o doente tem febre, ou, na mulher, na altura das regras — e a sua recidiva está sempre localizada no mesmo sítio: lábios, nariz, nádegas.

Há duas localizações particularmente dolorosas: sobre os órgãos genitais (masculino e feminino) e no olho (herpes conjuntival), no qual os perigos são os mesmos do que no caso da zona.

Além disso, um herpes genital na mulher grávida pode contaminar o recém-nascido, provocando perturbações cerebrais graves (encefalite).

Sinais

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São bem conhecidos:

— Surge bruscamente a febre, que pode subir até 39° ou 40°;
— Coriza, dor de garganta e tosse;
— Mal-estar geral, fadiga, dor de cabeça;
— Aparição de gânglios, e, com bastante frequência, perturbações digestivas, diarreias, vómitos, etc.

Sinais

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Na sua forma típica, esta doença é caracterizada pela deformação de um dos lados do rosto, e depois de ambos os lados, por trás do maxilar, inchando este espaço, normalmente ósseo, o que dá ao doente, numa fase mais evidente, uma verdadeira cabeça «de pêra».

Este inchaço é acompanhado por uma febre mais ou menos importante e, por vezes, por uma ligeira erupção.

Causas

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Para além da enxaqueca, podemos dizer que todas as doenças se fazem acompanhar de dores de cabeça, desde a febre até à simples fadiga. Há que começar sempre por procurar uma causa local: perturbação da visão, infecção do ouvido, dos seios da face ou dos dentes.

Deve ser dada uma importância particular aos deslocamentos de vértebras da nuca, que podem ocasionar verdadeiras enxaquecas.

Finalmente, os Americanos dão uma importância primordial às dores psicológicas, à tensão moral, conferindo-lhe um peso que é talvez tão excessivo quanto, noutros tempos, o do fígado entre nós.

Sinais

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As doenças da vesícula biliar são reveladas por três grupos de sintomas:

— Febre;

— Dor;

— Perturbações digestivas, mais ou menos associados, conforme os casos.

A eles se acrescenta, por vezes, um sinal inconstante, a icterícia.

• A FEBRE é geralmente muito irregular, com acalmias e acessos a 40°; esta febre é dita pseudopalustre porque evoca frequentemente o acesso de paludismo, essa doença tropical marcada por uma sucessão de arrepios, temperatura elevada e suores abundantes.

• A DOR é de dois tipos principais:
— Ou surda, pesada, como se se tivesse uma pedra sobre as costelas;
— Ou, pelo contrário, muito aguda, arrancando gritos ao doente, em forma de espasmos e de cólicas da mesma região.
Mas em ambos os casos as dores têm um elemento comum. Sobem pelas costas, do lado direito, e vão alojar-se sob a omoplata. A irradiação á omoplata assinala, em quase todos os casos, a origem vesicular.

• Quanto às perturbações digestivas, são múltiplas: diarreia ou, pelo contrário, obstipação, náuseas e vómitos; a aerofagia e o inchaço do ventre, acompanhado de gases, também são, muito frequentemente,
consecutivos a uma doença da vesícula;

• Finalmente, a ICTERÍCIA pode estar ligada a uma afecção vesicular num caso muito particular: quando um cálculo vem entupir o canal de escoamento da bílis, o colédoco; é essa a causa principal, mas não a única, das «icterícias por retenção».

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