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Causas

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Quanto ás gengivites, as causas infecciosas são as mais frequentes; regra geral, trata-se de uma afeção de zonas vizinhas cujo ponto de partida se encontra nos dentes ou na garganta.

São sobretudo causas orgânicas, metabólicas, como se costuma dizer, ligadas a carências de vitaminas (particularmente B 12 e PP) que atingem a língua. Mas a presença de leveduras e de fungos são também causas frequentes. Especialmente o cândida, a levedura que. nos lactentes, provoca os «sapinhos», e que cada vez mais atinge os adultos,
sobretudo após tratamento com antibióticos.

Quanto as aftas, a sua causa é misteriosa e não tem, de qualquer forma, nada a ver com a febre aftosa dos animais.

Seja como for, há que desconfiar de uma ulceração que não sara, principalmente num fumador, e consultar o dentista ou o estomatologista.

Formas e Sinais

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No que se refere à droga ou, melhor dizendo, às drogas, elas são muito numerosas, e, por isso, apresentam um grande número de aspectos diversos. É habitual dividi-las em «drogas leves» e «drogas duras», estando as primeiras representadas principalmente pelo haxixe ou pela marijuana, as segundas pelos derivados do ópio (o famoso LSD encontra-se em vias de desaparecimento). Mas a estas acrescenta-se uma infinidade de produtos novos que vão até à cola diluída uma vez que o engenho dos drogados avança tão rapidamente como as descobertas da química moderna.

Como se traduzem, sobretudo no caso das drogas duras, as intoxicações?

Pode ocorrer um acidente agudo, uma overdose que mata o infeliz toxicómano, muitas vezes adolescente, cujo cadáver é descoberto numa qualquer espelunca sórdida. Pode também haver infecções graves que sobrevêm às injeções dadas sem assepsia: septicemias, hepatites, etc.

Mas o que geralmente os pais desesperados querem saber é se o seu filho se droga. Não existe uma resposta formal para esta interrogação, mas há que desconfiar de uma modificação brusca do carácter ou do aproveitamento escolar, de um comportamento estranho, no qual alterna a agressividade e um «angelismo» excessivo.

Quanto ao álcool, as suas manifestações são bem conhecidas.

O alcoolismo agudo é marcado inicialmente por uma fase de euforia, de excitação, que evolui para a incoerência da linguagem e dos gestos. Depois surge o abatimento, o bebedor vomita e adormece pesadamente; o indivíduo está como morto e pode mesmo morrer da sua embriaguez. Mas, geralmente, sai, passadas algumas horas, da sua «ressaca», com dores de cabeça, náuseas, a boca empastada e seca.

Se não vai mais além, e sobretudo se não recomeça, essa crise aguda não tem consequências.

As coisas passam-se de modo completamente diferente com o alcoolismo crónico, cuja frequência não cessa de aumentar: é-se um alcoólico se se consumir mais de 11 de vinho por dia, no caso da mulher,
e mais de 1,5 1 no caso do homem. E isto sem falarmos dos aperitivos e
digestivos diversos.

Os sintomas principais são digestivos e nervosos.

As perturbações digestivas começam com aquilo que se designa por «pituita», marcada por ardores no estômago, vómitos ácidos. E isto acaba na irreversível cirrose, com um fígado aumentado ou, pelo contrário, diminuído de volume, e ascite, «barriga de água».

As perturbações nervosas afetam os membros inferiores e traduzem-se por uma paralisia parcial das pernas: a polinevrite.

Mas afetam também o cérebro, provocando desordens do comportamento que levam à imbecilidade e à demência, com todas as suas desastrosas consequências pessoais, familiares e sociais.

É preciso saber que existe atualmente um teste biológico que permite apreciar o grau de «inibição» do sujeito: a dosagem da Gama-G.T.

As coisas passam-se de modo completamente diferente com o alcoolismo crónico, cuja frequência não cessa de aumentar: é-se um alcoólico se se consumir mais de 1 1 de vinho por dia, no caso da mulher, e mais de 1,5 1 no caso do homem. E isto sem falarmos dos aperitivos e digestivos diversos.

E o tabaco? O último, mas não o menos importante.

Na verdade, só há relativamente pouco tempo se sabe que a sua prática, durante muito tempo considerada como divertida, e até mesmo valorizadora, é, também ela, terrivelmente nociva. É certo que os quadros não são tão dramáticos como os do drogado e do alcoólico, mas a intoxicação pelo tabaco multiplica os dois flagelos do mundo moderno: as doenças cardiovasculares e os cancros.

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