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Terapêutica habitual

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O cancro é sempre de recear, e necessita de uma exploração e tratamentos adequados (cirurgia, cobalto, quimioterapia, etc).

As doenças benignas, assim como certas doenças cíclicas, são tratadas por meio de hormonas, armas eficazes, mas por vezes difíceis de manejar.

Tratamento habitual

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Um certo número de quistos, tumores e deformações são do âmbito cirúrgico. Mas na maioria dos casos esforçamo-nos por regularizar as situações por meio dos produtos que as próprias glândulas segregam: as hormonas. É sempre uma terapêutica difícil porque, frequentemente, as desordens são múltiplas; as hormonas têm por vezes efeitos perigosos e, sobretudo em doses excessivas, bloqueiam a secreção da hormona natural, o que é contrário ao efeito procurado.

Causas

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O seio participa no complexo equilíbrio ginecológico da mulher e sofre a influência dos ciclos menstruais porque, entre outras, as duas hormonas do ovário, foliculina e luteína, atuam sobre o seio, assim como uma hormona da hipófise, a prolactina, que desencadeia a secreção láctea.

Hoje em dia é mais ou menos certo que quase todas as doenças graves ou benignas dos seios derivam de uma perturbação dessas hormonas.

São também responsáveis pela anomalias da forma e do volume.

Tratamento habitual

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Quando é preciso tratá-la, utiliza-se grupos de medicamentos com atividades diversas:

• Uns agem por forma a «despejar» do corpo a água e o sal; são os diuréticos;

• Outros impedem a subida da tensão; são os chamados betabloqueadores;

• Outros, finalmente, agem sobre as hormonas hipertensivas que já referimos, inibindo a sua ação.

Em todo o caso, para a medicina clássica, o doente deve ser submetido a tratamento durante toda a sua vida.

Mas é difícil conseguir que um paciente que não se sente mal use drogas, que não são desprovidas de inconvenientes de toda a ordem, sendo o mais notável a impotência sexual.

Causas

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É tentador invocar, como base da impotência, uma perturbação da secreção das hormonas masculinas. Na realidade, estas estão muito raramente em causa.

A impotência é psicológica, numa grande maioria dos casos. Quase sempre em casos de falta de desejo ou de ejaculação prematura, mas, e isso é um dado novo, menos vezes nos casos de perturbação da ereção.

Nesses casos, com efeito, demo-nos conta de que existia muito mais frequentemente um problema nos vasos que trazem o sangue ao pénis.

Ora o mecanismo da ereção depende dos vasos sanguíneos, e sobretudo das artérias. Nesse momento preciso, elas dilatam-se e enchem o órgão de sangue. Compreende-se facilmente que se os vasos forem insuficientes ou, por maioria de razão, entupidos, todo o processo fica bloqueado.

É por isso que os cirurgiões se lançam em operações cada vez mais audaciosas, que têm como finalidade:

• Desobstruir a artéria atingida;

• Ou trazer até ao pénis sangue de uma artéria que lhe é estranha, mas saudável, realizando aquilo a que se chama uma ligação arteriovenosa;

• Ou então, finalmente, cúmulo da audácia, colocar uma prótese, isto é, um corpo estranho, no pénis, que recupera então a sua rigidez. E para que a imitação seja completa, as próteses fixas, utilizadas inicialmente, foram atualmente substituídas por próteses que podem aumentar de volume por meio de um fluido que é instalado e que se despeja conforme se pretende.

Causas

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Vemos que as prostatites são devidas a uma infecção da glândula por germes variados (colibacilo, estafilococo, até mesmo bacilo da tuberculose).

As causas do adenoma são desconhecidas; tudo o que podemos dizer desta doença é que é um pouco «simétrica» do fibroma da mulher, mas, quanto ao resto, a medicina tem de confessar a sua ignorância.

E, infelizmente, o mesmo sucede com o cancro. Tudo o que sabemos é que este está muito dependente das hormonas, agravado pelas hormonas masculinas, melhorado, pelo contrário, pelas hormonas femininas.

Tratamento habitual

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Pondo de parte as causas orgânicas (quistos, tumores, etc), as perturbações das regras são geralmente tratadas com hormonas. É sempre uma terapêutica difícil porque se trata de armas de dois gumes; por um lado, são curativas, mas, por outro, arriscam-se a provocar aborrecimentos, entre os quais o mínimo será pôr em repouso as glândulas que as segregam normalmente. Com efeito, é uma constante da fisiologia o
facto de as glândulas que segregam as hormonas verem esta «fabricação» travada quando se introduz a hormona no organismo.

Tratamento habitual

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As prostatites exigem um tratamento intenso com antibiótico, o qual deverá ser tão precoce quanto possível, para evitar a passagem ao estado crónico.

A questão do adenoma está hoje perfeitamente resolvida pela cirurgia. Mas em que altura deverá ser feita a operação? O problema tem de ser resolvido caso a caso, porque a sua evolução é muito caprichosa.

Certos doentes podem facilmente viver até ao fim da sua existência com um incómodo muito moderado. Surgem com frequência crises na sequência de uma situação de fadiga (viagem de automóvel, por exemplo), mas tudo volta a entrar na ordem com alguns medicamentos vegetais simples.

Quanto ao cancro, é sensível às hormonas femininas, ou melhor, a novos produtos, as anti-hormonas masculinas, adaptadas à finalidade que se propõe atingir.

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