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Sinais

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É preciso analisarmo-nos com cuidado quando julgamos estar com prisão de ventre. Para começar, quantas são as evacuações quotidianas? Uma, duas? Tal número é variável e depende dos indivíduos. Se não se «faz» todos os dias, é com o intervalo de dois a três dias, ou menos frequentemente?

Como se apresentam as fezes? Pequenas, fragmentadas, ou, pelo contrário, volumosas? Existe de tempos a tempos uma situação diarreica? Há outros sintomas, dores, gases, inchaço do ventre?

Finalmente, e sobretudo, a obstipação é recente ou antiga? Pode acontecer que um caso de obstipação, que dura desde a infância, sendo embora incómoda, não seja fundamentalmente grave, enquanto uma prisão de ventre de aparição recente deva provocar desconfiança e levar à pesquisa de uma causa rigorosa.

Formas

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É clássico por obstipação atónica, na qual o sujeito permanece oito dias sem evacuar, por exemplo, sem que sinta o menor mal-estar, à obstipação espasmódica, na qual há dores, períodos de diarreia, etc.

Na realidade, estas duas formas correspondem na generalidade a duas situações diferentes: a obstipação atónica provém do ânus, a espasmódica do mau funcionamento do intestino grosso, logo de uma colite.

Causas

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1) A obstipação atónica é, já o dissemos, secundária a uma «carência» do ânus, aquilo que é designado por disquesia rectal. É aí que estão incluídas as causas ditas de civilização: refeições irregulares em volume em horário, demasiados alimentos «ricos», carnes, doces, molhos, insuficiente bebida, exercício insuficiente; tudo isto contribui para «esbater» o reflexo de defecação, que o organismo acaba por «esquecer». A isso se acrescenta todo um segundo plano psicológico: a ansiedade «aperta» os esfincteres, as pessoas inquietas têm tendência para «guardar» as fezes, tal como o resto. Freud construiu toda uma parte da sua teoria sobre o «estádio anual», cuja ultrapassagem representa um dos estádios do desenvolvimento do ser.

E além disso, há outras causas mais prosaicas: quem poderá dizer o número de obstipados que surgiram na sequência da substituição de instalações sanitárias «à turca» por retretes «à inglesa», devido ao abandono de uma postura fisiologicamente mais favorável.

2) A obstipação espasmódica vem mais na sequência de uma afecção do intestino grosso, isto é, uma colite. O nome de Colite é uma generalização que encobre uma infinidade de causas muito diversas. Tentemos analisar um pouco a questão.

As colites podem ser secundárias:

• Um tumor benigno ou maligno; é sempre o que se deve pensar perante uma prisão de ventre recente;

• A parasitas: amibas, cândida, vermes, etc;

• Ou, com uma.frequência cada vez maior, a uma verdadeira intoxicação por antibióticos administrados em excesso ou durante um período demasiado longo.

Mas, geralmente, as colites são de origem «nervosa». Designadas como colites espasmódicas ou colopatias funcionais, são então um dos «espelhos da alma», e as contrações alternam com um atraso do trânsito, que explica a obstipação.

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