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Definição

Dôr de Barriga1 300x200 - Definição

Todas as dores cuja origem está no estômago e, podemos acrescentar, na primeira parte do duodeno, «o bulbo» em terminologia radiológica. Estas dores são geralmente sentidas na «boca do estômago», em termos científicos, o epigastro. Todavia, convém realçar duas coisas:

— Primeiro, as perturbações da primeira parte do intestino delgado, que se chama duodeno, e do piloro, zona fronteira entre o estômago e o intestino, produzem praticamente os mesmos sintomas que as do estômago, e podem ser confundidas com elas;

— Além disso, numerosos órgãos do ventre, e mesmo do tórax, podem «fazer doer» o epigastro; a vesícula biliar, o fígado, o pâncreas, até mesmo o coração e a pleura.

Por isso é sempre preciso consultar um médico a fim de se poder saber qual a causa real.

Causas

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Sâo numerosas e diversas.

A simples pontada é devida a uma contração violenta do baço, na sequência de um esforço muscular (os atletas da Grécia extraíam este órgão, dai a expressão francesa: «correr como se não tivesse baço»).

Mas as dores do peito têm frequentemente um significado muito mais temível; podem ter como causa uma afecção da pleura ou do pulmão.

Com uma frequência ainda maior, o coração é responsável, sobretudo o seu sistema circular, as artérias coronárias; o seu espasmo provoca a crise de angina de peito, cuja forma típica é uma dor em barra, que atravessa o tórax e desce pelo braço esquerdo.

Na nevralgia intercostal, a dor semicircular contorna o peito. Pode ser causada por uma fractura da costela, ou por uma doença eruptiva, a zona, que ai tem a sua localização mais frequente, ou, por vezes, muito simplesmente, por deslocação de uma vértebra dorsal que comprime um nervo intercostal e se faz sentir até à região anterior do peito.

O que acima foi referido evidencia como a multiplicação destas causas necessita de um atento exame médico.

Os pontos

meridian image2 300x176 - Os pontos

Neste caso, trata-se sobretudo de zonas que devem ser massajadas regularmente:

A primeira é a dobra do pulso

A segunda sobre o ventre, na linha mediana entre o tórax e o umbigo.

A terceira é um ponto situado sobre o crânio, no seu ponto mais alto, no cruzamento da linha mediana e de uma linha que passa pelo alto das duas orelhas.

Formas

download 23 - Formas

O bócio simples deforma a parte da frente do pescoço de uma maneira mais ou menos irregular. Por vezes, é unilateral; outras vezes, mergulha no tórax, sob o esterno.

O bócio tóxico apresenta-se sob duas formas:

• Ou o corpo da tiróide se «embala» na totalidade: é a doença de Basedow;

• Ou então é só uma parte, um «caroço», que dilata, se torna palpável numa glândula normal: é um nódulo tóxico.

Os exames permitem distinguir com segurança as duas variedades de bócio.

No bócio simples, tudo está normal.

No bócio tóxico:

• No sangue: — o colesterol está baixo; — há, principalmente, aumento do iodo e das hormonas da tiróide.

• No corpo: mede-se o reflexo do tendão de Aquiles, que reage demasiado depressa à percussão do martelo de reflexos;

• Ao nível da glândula: fazendo absorver iodo radioativo em pequena quantidade, ela «fotografa-se» a si própria, e podemos ver se fixa demasiado iodo e, portanto, se funciona demasiado na totalidade ou em parte.

Os pontos

meridian image2 300x176 - Os pontos

Um principal, dois acessórios:

O principal:

Sobre o dorso do antebraço, a cerca de metade do seu comprimento.

Os acessórios

Há dois:

Um sobre a ponta da última costela (décima segunda), costela flutuante. Encontramo-la passando a mão ao longo do rebordo inferior do tórax.

O segundo sobre o lado interno da perna, no ângulo da tíbia, sob o joelho.

Sinais e formas

08 02 300x161 - Sinais e formas

1) A zona é uma afeção muito curiosa.

Manifesta-se ao longo de um nervo e traduz-se pelo aparecimento de verdadeiras «zonas» de bolhinhas,
que surgem a partir de placas vermelhas situadas aqui e ali, ao longo do trajeto do nervo. Esta erupção faz-se acompanhar de febre e de dores violentas, que pode ser do tipo agudo e superficial, ou picada, ou guinada, etc.

Acontece, infelizmente, que, mesmo depois de a erupção ter desaparecido, as dores podem persistir durante meses e anos. O que torna a vida do infeliz doente absolutamente intolerável, e já levou alguns deles ao suicídio.

Como existem nervos sob toda a pele, a zona pode «sair» em qualquer região do corpo, mas com a característica de ser estritamente unilateral. Tem-se uma zona à direita ou à esquerda, mas não dos dois lados.

A localização mais frequente é o tórax, ao longo do nervo intercostal: o doente apresenta erupções sobre metade do peito, com duas placas nas costas, uma de lado, uma ou duas sobre o seio.

Mas a zona pode ter outras localizações, e, em particular, aparecer na face: uma das formas mais perigosas é a zona oftálmica, que produz o aparecimento de vesículas sobre a testa e sobre o couro cabeludo, mas cuja gravidade reside no facto de atingir o olho com todos os riscos que tal situação acarreta: queratite, perfuração ocular, névoa residual.

2) Qual a razão que nos leva a colocar a varicela, uma doença benigna, se considerarmos que as há, a par da zona?

Porque é a mesma doença. Um doente portador de zona pode transmitir a varicela a crianças com quem está em contacto, e julga-se que o vírus da varicela vai fixar-se em formações nervosas e «faz recaída» sob a forma de zona no adulto.

A varicela da criança é, aliás, constituída também por pequenas vesículas, mas que surgem espalhadas por toda a pele e nas mucosas e evoluem em várias fases de aparecimento durante quinze dias a três semanas.

3) Quanto ao herpes é, se quisermos, uma zona em ponto pequeno.

Não aparece mais de um ou dois agrupamentos de bolhas sobre a pele ou sobre as mucosas.

Mas o herpes é recidivante — muitas vezes quando o doente tem febre, ou, na mulher, na altura das regras — e a sua recidiva está sempre localizada no mesmo sítio: lábios, nariz, nádegas.

Há duas localizações particularmente dolorosas: sobre os órgãos genitais (masculino e feminino) e no olho (herpes conjuntival), no qual os perigos são os mesmos do que no caso da zona.

Além disso, um herpes genital na mulher grávida pode contaminar o recém-nascido, provocando perturbações cerebrais graves (encefalite).

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