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Causas

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As ideias sobre as doenças mentais têm, como sempre, evoluído segundo as diferentes épocas.

Após uma fase em que tudo era orgânico, e durante a qual se procuraram lesões em zonas precisas do cérebro, foram responsabilizadas perturbações psicológicas puras ligadas ao meio individual e social.

Hoje, regressa-se ao orgânico com a descoberta de perturbações de funcionamento das células do cérebro: os neurónios. Como sempre acontece, cada período contribuiu com a sua parte de verdade.

Por vezes, bastante raramente, é certo, lesões anatómicas do cérebro (tumores, por exemplo) traduzem-se por uma psicose. Também o ambiente tem o seu papel, ainda que este não seja determinante, e uma família que dê segurança é um bom fator de cura para um doente mental.

Mas os progressos mais importantes foram avançados pelo estudo da química do cérebro, e sobretudo desses famosos «mediadores» que transmitem o influxo de um a outro neurónio.

É quase certo que a esquizofrenia se faz acompanhar de uma perturbação da secreção das endorfinas, essas morfinas naturais antidor que o cérebro segrega, em particular sob a ação da acupunctura.

E isso não é mais do que o início de uma pesquisa árdua, mas prometedora.

Sinais e formas

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Os três sintomas essenciais são a dor, a hemorragia e o corrimento. A dor é geralmente densa, pesada, e aumenta quando da passagem das fezes. É nesse momento que a hemorróida sangra, acompanhando as matérias fecais com um jacto de sangue vermelho. Entre duas defecações, o ânus permanece húmido devido a um corrimento Frequentemente irritante e com mau cheiro.

Assim se apresentam as hemorróidas simples. Mas, na verdade, poderão ser afetadas por outras complicações.

Por vezes, forma-se um coágulo, que provoca uma trombose hemorroidária, pequena bola dolorosa que pode estar situada no exterior ou no interior do ânus. Outras vezes, as hemorróidas inflamam-se, e temos uma anite. Noutros casos, elas «saem» em bloco do ânus, criando o prolapso hemorroidário.

Mas as hemorróidas não constituem, nem de longe, todas as doenças do ânus. Além delas, há que assinalar as fissuras e as fístulas anais.

As primeiras são uma espécie de corte horrivelmente doloroso, mesmo ao nível do ânus. As segundas são um pequeno orifício húmido situado, com frequência, fora da abertura do ânus e do qual sai pus. A fístula pode ser causa de abcessos muito graves.

Finalmente, há que estar atento a qualquer manifestação anormal ao nível do ânus, tumores e cancros, e ir consultar o especialista, cujo nome científico é «proctologista», sobretudo quando surgem sinais de alarme graves: hemorragias de sangue negro, que ocorrem entre as defecações.

Quanto à comichão no ânus, ela pode ser consequência das doenças referidas, mas também pode surgir independentemente daquelas.

Nesse caso, há que pensar sobretudo:

— Na criança, nos vermes intestinais;

— No adulto, na diabetes.

Causas

Dicas ayurvedicas para dor nos joelhos 300x183 - Causas

-Primeiro no âmbito dos traumatismos, nos quais os estragos podem ir desde as fracturas até às simples contusões, passando pelas entorses dos diferentes ligamentos (exteriores ou interiores do joelho), muitas vezes mais graves do que as próprias fracturas. A prática dos desportos violentos (futebol, esqui) multiplica os acidentes. Um caso particular no joelho: a lesão do menisco, espécie de carril situado sobre a parte superior da tíbia.

-Seguidamente vêm as doenças. Todos os «reumatismos» podem afetar o joelho: gota, reumatismos infecciosos e inflamatórios e sobretudo reumatismos degenerativos: a artrose, que tem aqui o nome de gonartrose e que desvia ou deforma o joelho.

-Finalmente, na criança e no adolescente, as «dores do crescimento», com o nome científico de epifisite, afetam mais particularmente o joelho. E há também de ter sempre cuidado com raros mas terríveis tumores ósseos que se manifestam nessas idades.

Tratamento habitual

remedio 300x215 - Tratamento habitual

Um certo número de quistos, tumores e deformações são do âmbito cirúrgico. Mas na maioria dos casos esforçamo-nos por regularizar as situações por meio dos produtos que as próprias glândulas segregam: as hormonas. É sempre uma terapêutica difícil porque, frequentemente, as desordens são múltiplas; as hormonas têm por vezes efeitos perigosos e, sobretudo em doses excessivas, bloqueiam a secreção da hormona natural, o que é contrário ao efeito procurado.

Modo de emprego

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Diverge, consoante os casos a tratar.

Nos tumores benignos, os pontos devem ser estimulados várias vezes ao dia, dois a três minutos de cada vez, ou então deve-se utilizar uma estimulação contínua.

Pelo contrário, quando se trata de uma perturbação cíclica como o inchaço dos seios antes das regras, basta estimular os pontos oito dias antes destas, mas durante cerca de dez a quinze minutos duas vezes por dia.

 

Causas

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São geralmente diferentes das menorragias e metrorragias.

As primeiras são devidas, sobretudo, a perturbações funcionais ou a um tumor totalmente benigno: o fibroma.

As segundas podem ser igualmente devidas a perturbação funcional, mas, nesses casos, há sempre que desconfiar de qualquer coisa grave, tumores do colo ou até mesmo do corpo do útero em particular, que têm muitas vezes um carácter maligno.

Finalmente, doenças gerais (infecções, doenças do sangue) podem também ser responsáveis pela situação.

Tratamento habitual

medicamentos 300x225 - Tratamento habitual

Pondo de parte as causas orgânicas (quistos, tumores, etc), as perturbações das regras são geralmente tratadas com hormonas. É sempre uma terapêutica difícil porque se trata de armas de dois gumes; por um lado, são curativas, mas, por outro, arriscam-se a provocar aborrecimentos, entre os quais o mínimo será pôr em repouso as glândulas que as segregam normalmente. Com efeito, é uma constante da fisiologia o
facto de as glândulas que segregam as hormonas verem esta «fabricação» travada quando se introduz a hormona no organismo.

Causas

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Do ponto de vista das causas, e reunindo todas as formas, as epilepsias dividem-se em dois grandes grupos:

• Aquelas em que é possível encontrar uma causa;

• Aquelas em que não é possível detectar qualquer causa, as chamadas «epilepsias essenciais».

Há que dizer desde já que a epilepsia é uma doença orgânica que não tem nada a ver com uma origem psicológica, ainda que possa ter repercussões sobre a vida mental num outro plano. Grandes homens foram epilépticos (Júlio César, por exemplo).

A epilepsia é devida a uma espécie de «curto-circuito» do funcionamento do cérebro. As suas causas conhecidas são múltiplas: traumatismos cranianos, infecções do cérebro mais ou menos antigas, deformação dos vasos sanguíneos cerebrais e, sobretudo, tumores cerebrais (há sempre que desconfiar da sua presença, nos casos em que a epilepsia aparece num adulto).

Quando não se consegue determinar uma causa, trata-se de epilepsia dita «essencial», mas, atualmente, graças aos exames complementares: electroencefalograma, e sobretudo o extraordinário scanner, a segunda variedade está a diminuir em relação à primeira, o que é um grande progresso.

Causas

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Se exceptuarmos casos excepcionais (tumores, infecções), a causa essencial da ciática é objecto de discussão; considerada, durante muito tempo, como sendo unicamente devida a uma hérnia do disco, isto é, da pequena almofada que separa as vértebras e que vem comprimir a raiz, parece que se trata, com muito maior frequência, de um deslocamento de uma vértebra sobre a outra que «entala» o nervo e provoca dor, paralisa, etc.

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