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Causas

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São três as principais:

— A infecção microbiana; era outrora a causa quase exclusiva. Embora não tenham totalmente desaparecido, as causas microbianas tornaram-se atualmente menos numerosas do que as outras;

— A alergia; é uma origem muito frequente. A conjuntiva alérgica ocorre muitas vezes, mas nem sempre, na Primavera, e é por vezes acompanhada por uma constipação dos fenos;

— A afecção virai, a mais frequente nos nossos dias, e, em particular, o herpes: o vírus que provoca habitualmente a «erupção de febre» e que surge sobre os lábios no decurso de numerosas doenças atinge
com frequência crescente a conjuntiva e pode provocar graves estragos, tanto mais que o seu tratamento é muito difícil.

Causas

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É inútil procurar uma causa para a nevralgia facial nos seios ou nos dentes (são inutilmente arrancados demasiados dentes a estes infelizes doentes). Na maioria dos casos, a sua causa é dificilmente detectável, sendo o nervo atingido ao longo do seu trajeto por uma inflamação ou por um vírus.

Neste último caso, há que vigiar o aparecimento possível de uma zona, que então se traduzirá por uma aglomeração de pequenas vesículas ao nível das emergências de terminações nervosas.

Evolução

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É geralmente benigna; após uns oito dias, os sintomas cedem, a febre baixa e o doente está curado.

Mas, nos indivíduos fatigados, doentes ou idosos, a evolução é muito diferente. Os micróbios sucedem-se aos vírus; surgem então problemas respiratórios graves, que podem matar o doente. A gripe é ainda, nas nossas regiões, uma das mais importantes causas de mortalidade.

Tratamento habitual

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Falemos claro: não há praticamente nenhum tratamento para doenças por vírus, e, particularmente, para as três que nos interessam.

Muito recentemente surgiram compostos químicos (Ara — A, Acyclovir) que parecem ter efeito sobre as formas muito graves do herpes.

Mas a extrema toxicidade desses produtos faz que eles ainda sejam tratamentos experimentais.

Causas

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É a infeção e a infeção por vírus (e Deus sabe como são numerosas as suas espécies!) que são as causas das constipações.

Mas muito rapidamente os micróbios atacam «com reforços» e infetam também o nariz. Daí as secreções purulentas.

Numerosas causas favorecem estas infeções e estes contágios; o clima húmido, poluído, o tabaco, a aglomeração (epidemias em creches, escolas, escritórios, etc.) são as causas mais frequentes.

Mas também temos de lhe acrescentar a alergia, isto é, a sensibilidade hereditária ou adquirida, a poeiras, micróbios, produtos químicos, e, entre estes, sobretudo os produtos medicamentosos, as gotas nasais em particular, das quais tanto se abusa.

Finalmente, cria-se um círculo vicioso: infeção-alergia-infeção. O doente é um perpétuo constipado, cujas mucosas, permanentemente inflamadas, ganham espessura, obstruindo assim a via respiratória.

Causas

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O bócio simples surge, devido a razões ainda mal conhecidas, nas regiões em que há falta de iodo.

Quanto ao bócio tóxico, a medicina mudou de opinião; começou-se por atribuir culpas à glândula hipófise. Parece que, talvez sob o efeito de um vírus, a tiróide se «embala» a si própria.

Formas e Causas

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Para compreendermos bem as causas dos estrabismos, temos de ter presente o funcionamento do globo ocular. Este «flutua» literalmente num meio fluido composto por gordura, situado na cavidade da face que constitui a órbita.

Acontece que o globo está aí fixado por meio de um conjunto de músculos que desempenham o papel de roldana e que, ao mesmo tempo que o sustentam, o fazem mover nos diferentes sentidos do espaço. Não há menos de seis músculos para fazerem mover o olho; quatro deles fazem-no girar francamente numa das direções do espaço, para cima, para baixo, para dentro e para fora, por isso os designamos por músculos direitos. Os dois últimos músculos fazem girar o globo sobre si próprio. Normalmente, os movimentos dos dois olhos são rigorosamente síncronos, encontrando-se o «computador» ao nível do cérebro.

Mas basta que, por qualquer razão, um músculo seja deficiente para facilmente compreendermos que os dois olhos vão divergir. O doente começa a ter os olhos «tortos».

Há dois grandes tipos de causas susceptíveis de provocar um estrabismo.

No adulto, este é geralmente secundário a um problema cerebral. Com efeito, cada um dos músculos possui o seu nervo particular que pode ser atingido em qualquer ponto do seu percurso, mas particularmente na sua origem e, frequentemente na sequência de uma doença por vírus, ou de uma pequena hemorragia, o doente começa de súbito a ver uma imagem dupla; é aquilo a que damos o nome bárbaro de diplopia.

Na criança, pelo contrário, o estrabismo surge muito cedo, logo nos primeiros meses, e está associado ou a uma deformação de um dos músculos, demasiado longo ou demasiado curto, ou a uma má «montagem» cerebral, em que o paralelismo não se estabelece. Seja qual for a causa, é necessário intervir muito rapidamente porque, ao contrário do adulto, a quem a diplopia provoca grande incómodo, a criança habitua-se depressa à sua desgraça. Põe um olho, de certo modo, a «dormir», habituando-se a só olhar com o outro. Mas acontece que a visão binocular é absolutamente necessária para a apreciação exata das distâncias.

Causas

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As hepatites são afecções virais. Desde há vinte anos que têm vindo a ser objecto de intensas pesquisas.

Sabemos actualmente que esses vírus são em número de três:

• O vírus A, responsável pelas hepatites benignas, e que se apanha através da água e de alimentos contaminados;

• O vírus B, causa do maior número de hepatites graves e cuja contaminação se efectuou durante muito tempo através das transfusões e das injeções (icterícia da seringa).
Hoje em dia, a contaminação é frequentemente de origem sexual e a hepatite B é considerada como uma das doenças venéreas;

• Finalmente, existem vírus «não A e não B», que ainda não foram descobertos.

Causas

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As causas dos zumbidos não são todas exatamente conhecidas e esse penoso incómodo ainda põe a medicina perante difíceis perguntas.

Trata-se, indiscutivelmente, de uma irritação do nervo auditivo. Mas tal irritação pode verificar-se ao nível das próprias fibras nervosas ou ao nível dos meios líquidos do ouvido: labirinto e canais semicirculares.

Conforme os casos, é atribuída a uma afeção por vírus, por vezes também a uma congestão do nervo ou a um pequeno coágulo ao nível das artérias que o irrigam.

Também é muito frequente que os zumbidos venham na sequência de traumatismos sonoros, agudos ou repetidos (trabalhadores com motores de reação, compressores, etc).

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